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COMISSÃO JUSTIÇA, PAZ E SALVAGUARDA DA CRIAÇÃO

 

 

Introdução:

 

Com o Concílio Ecumênico Vaticano II, fomos chamados à ‘volta às fontes’. Neste percurso, nós franciscanos conventuais aprofundamos o nosso carisma e perguntamo-nos pela nossa própria identidade: Minoridade - Fraternidade – Conventualidade. Foi nossa conclusão. Foi um mergulho em si mesmo.

 

Após ter claro a própria identidade, a Ordem, respondendo aos sinais dos tempos, projetou-se no social, com a criação da Comissão de Justiça, Paz e salvaguarda da Criação (Assis ’89) e lançou-se de frente aos desafios do terceiro milênio (México ’92) dando assim, uma resposta ao ‘grito dos oprimidos’.

 

“Nós queremos ser no mundo ‘verdadeiros operadores de paz’ (Mt.5,9) e queremos caminhar juntos com os ‘perseguidos por causa da justiça’ (Mt.5,10” (Capítulo Geral Extraordinário – México’92- (CGE)- pg 27)

 

A Comissão de Justiça, Paz e Salvaguarda da Criação e Defesa da Vida Humana (JPSC) localiza-se justamente nesta postura social da Ordem. (cf. CGE, pg 5)

 

Uma área vasta, conflitiva e desafiadora, que exige empenho pessoal de cada frade e estrutural de toda Ordem. (cf. CGE, 4.2)

 

A Comissão JPSC

 

Neste incerto momento de globalização, onde se reduz o número de ‘ricos cada vez mais ricos’ e se amplia o número de ‘pobres cada vez mais pobres’ (João Paulo II) é que a Comissão Internacional de JPSC reunida no CEFID – Assis de 02 a 08.07.2000, tentou encontrar uma definição:

 

“JPSC: é a convicção e a ação, pessoal e coletiva, de nós franciscanos conventuais para transformar-se em instrumentos de paz, agindo na sociedade para uma adequada vivência e convivência como filhos de Deus e em fraternidade com a Criação”.

 

O frade menor compartilha na solidariedade as angústias e as esperanças do povo” (CGE, 3.2.3) e participa “na transformação da cultura do tempo” (cf. CGE, 4.1).

 

Esta é uma definição provisória. Precisa ser estudada, aprofundada e modificada, mas no momento é com esta que trabalharemos.

 

A Comissão Internacional tentou também encontrar um ponto convergente para o trabalho de JPSC a longo prazo (2009) e nos colocamos na seguinte direção:

 

« Serviço aos pobres, feito como ato de justiça ; que não crie dependência ».

 

Devemos ter claro « que os pobres tornem-se os verdadeiros sujeitos da própria história e os protagonistas da própria libertação » (CGE, 4.4.2-b)

 

Para que isto aconteça nos propomos :

 

a.       Utilizar todos os meios que estão a nosso alcance, seja ‘ad intra’, e ‘ad extra’ da Ordem.

b.      Criar ‘Grupos Operativos de Base’.

 

Desta forma poderemos responder aos apelos mais urgentes e emergentes de cada lugar onde se encontram os nossos frades, fazendo com que a realidade local e global se aproxime do Reino de Deus com fé viva Naquele que faz ‘nova todas as coisas’ (Ap.21,5)

 

Grupo Operativo de Base

 

Denomina-se Grupo Operativo de Base os diferentes grupos que trabalham na dinâmica de JPSC nas diferentes realidades onde estão inseridos.

 

Tais grupos se caracterisam pelos seguintes aspectos:

-         Abrangente e ecumênico (Frades – Leigos – Outras Religiões – Ateus) ;

-         Trabalha a partir da realidade concreta, palpável ;

-         Parte do ‘local’ para atingir o ‘universal’;

-         Trabalha em conjunto com outros grupos e entidades;

-         Trabalha com especialistas da área;

-         Tem um(a) santo(a) ou outro como modelo inspirador;

-         Deve constituir-se como força transformadora.

 

A unidade e a confirmação deste trabalho se dará por meio da estrutura da Comissão de Justiça, Paz e Salvaguarda da Criação da Ordem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


DELEGADO DA

CONFERÊNCIA / FEDERAÇÃO

 

COMISSÃO

INTERFRANCISCANA

 
                                                                                                                                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


                        

                                                                       DINÂMICA DE TRABALHO

 

 

 

 

 

 

 

 

 


COMISSAO DA CONFERENCIACOMISSAO INTERNAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Visão atual

 

É muito difícil, para eu, fazer uma real apresentação da atual situação do trabalho de JPSC na Ordem.

 

Comecei este serviço somente em Janeiro de 2000. Tempo muito curto para um relatório objetivo e claro.

 

O Definitório Geral nomeou-me como Delegado Geral pela JPSC em setembro de ’98 e no mês seguinte eu já estava em Roma. Dediquei-me a aprender as línguas italiana e inglesa, fundamentais para desempenhar meu trabalho; fiz alguns contatos de trabalho com as outras Ordens Franciscanas (OFM, OFMCap, TOR), com os Promotores de Justiça, Paz e Integração da Criação (PJPIC) ligados à União dos Superiores Gerais (USG), com Franciscans International (FI) de Genebra, estudei alguns livros e documentos que se referem ao meu trabalho e organizei o encontro da Comissão Internacional.

 

Tive de começar tudo da base, pois eu não havia trabalhado neste setor anteriormente, tudo era uma novidade para mim.Devagar se vai longe’.

 

Problemas enfrentados

 

a.       Mudança de Delegado Geral:

Com a saída do precedente Delegado Geral (1997), o trabalho de JPSC ficou desarticulado e cada Conferência ou Jurisdição trabalhou isoladamente.

Isto provocou um certo desestimulo aos que trabalhavam com JPSC. Tanto assim que no encontro da Comissão Internacional (Julho 2000) estavam presentes somente cinco dos sete Delegados de Conferência, sendo três com experiência anterior, neste setor, e dois totalmente novos sem conhecimento da realidade da sua Conferência.

 

b.      Descontinuidade de encontros:

No último sexênio a Comissão Internacional reuniu-se somente duas vezes (1996 e 2000), sendo que pelo estatuto deve-se reunir uma vez por ano. Espero que este inconveniente seja superado neste próximo sexênio. Desde já suplico a vós superiores provinciais e custodiais, aqui reunidos, que nomeiem um Delegado pela JPSC em sua jurisdição, para que o empenho da Ordem neste setor seja eficaz.

 

c.       Transferência da sede:

Por razões práticas e de maior mobilidade do Delegado Geral para desempenhar sua função, o escritório foi transferido do CEFID – Assis, para a Cúria Geral, em Roma. A decisão foi tomada em fins de Fevereiro 2000 e a transferência efetuou-se em Maio do mesmo ano.

 

 

d.      Falta de clareza:

Ainda não está muito claro para a Ordem, nem para nós Delegados, o que è especificamente o trabalho de Justiça, Paz, Salvaguarda da Criação e Defesa da Vida Humana. Muitas vezes se confunde com a assistência que prestamos aos outros, com a caridade que fazemos aos necessitados, com as promoções que articulamos e com cursos - estudos e retiros que programamos. É certo que tudo isto é bom, mas devemos agir nas causas que geram os excluidos, as vítimas do nosso tempo. Mesmo sabendo que ‘a necessidade desconhece lei’ (cf Rnb IX,20). A JPSC ainda não entrou no amago da nossa Ordem.

 

 

Conferências e Federações

 

Algumas considerações a partir dos relatórios dos Delegados das Conferências e Federações:

 

AFCOFApresenta grandes dificuldades com distâncias e transportes ;

-         Utilizam a revista ‘Catholic Messenger’ e escrevem artigos sobre JPSC e Justiça Social ;

-         Ghana apresenta um bom trabalho neste setor de JPSC (não tenho relatório das outras jurisfdições)

-         Toda a Federação desenvolve um trabalho de Missão em um ‘certo sentido’ já é trabalho de JPSC

 

CEC(Novo Delegado e não pode apresentar seu relatório)

 

CFC(Delegado ausente, mas a Conferência enviou seu relatório)

-         Muitos frades estão envolvidos em trabalhos de JPSC;

-         Vários programas estão sendo levados a bom termo em vários locais dentro e fora da Conferência;

-         Financiam projetos em Países em desenvolvimento;

-         Os Delegados Provinciais publicam o informativo ‘Newsletter’, uma vez por ano.

 

CEO – Diversidade muito grande com as diferentes línguas e culturas;

-         Pós comunismo e a globalização capitalista apresenta grandes desafios;

-         Fazem encontros regulares da Conferência. Neste sexênio fizeram um encontro especial com formandos e formadores;

-         Utilizam como divulgação Boletins – Rádio e TV;

-         Em todos os conventos tem uma ajuda aos pobres e necessitados;

-         Mantém um projeto franciscano de Educação Ecológica.

 

CIMPTrabalhou ordenadamente sem interrupção;

-         Realizou os encontros anuais ;

-         Programou encontros formativos, de estrudo e espiritualidade para os delegados ;

-         Teve presença positiva nos encontros interfranciscanos.

 

FAAMC – (Delegado substituto sem um relatório do titular)

-    Não estão organizados a nível de Federação;

-         Muitos frades, por iniciativa própria, estão envolvidos em causas de JPSC;

-         Dificuldade muito grande com línguas, culturas (2 continentes);

 

FALC(Delgado estava ausente, mas enviou seu relatório)

-         Não se encontraram regularmente;

-         Foi elaborado um projeto a curto praso (1999-2001), ainda não viabilizado;

-         Várias jurisdições desempenham trabalhos de JPSC.

 

Com certeza esta é uma visão muito restrinta do grande trabalho de JPSC desempenhado pelos nossos frades nas diferentes Jurisdições, mas é o meu limite neste momento.

 

Concluindo

 

- ‘Na sua Conferência, tem algum frade sendo perseguido?’ Perguntei.

- ‘Não’. Responderam.

 

Fiz esta pergunta aos Delegados das Conferências e Federações e fiquei preocupado com esta resposta.  Num mundo de desigualdades abissais, violências a todos os níveis, injustiças por todos os lados e agressão generalizada à criação, nós seguidores de São Francisco vivemos neste meio sem sofrermos perseguição!?

 

“Lutar contra as injustiças e a cultura da violência, se torna um imperativo moral.” (CGE, pg.33)

 

Grandes são os desafios. Pequenas são nossas forças. O Pai Seráfico lembrava aos seus irmãos: ‘..as criaturas todas que estão debaixo do céu, a seu modo, servem e conhecem e obedecem ao seu Criador melhor do que tu.’ (Adm 5,2).

 

Tomemos isto como desafio para nós e comecemos a ser ‘construtores de paz’, neste terceiro milênio, ‘e seremos chamados filhos de Deus’ (cf. Mt.5,9).

 

 

 

ALTÍSSIMO, GLORIOSO DEUS,

ILUMINA AS TREVAS DO MEU CORAÇÃO,

DÁ-ME UMA FÉ RETA, UMA ESPERANÇA CERTA

E UMA CARIDADE PERFEITA.

DÁ-ME, SENHOR, SENSO E CONHECIMENTO

PARA QUE FAÇA O TEU SANTO E

VERAZ MANDATO.

AMÉM.

 

(Oração diante do Crucifixo - S. Francisco de Assis)

 

 

 

 

 

Frei Vasco Cróccoli

Delegedo Geral para Justiça, Paz e Salvaguarda da Criação

 

ROMA  -  Julho   -  2000

 

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COMMISSIONE GIUSTIZIA, PACE E SALVAGUARDIA DEL CREATO

 

RELAZIONE AL CAPITOLO GENERALE

 

 

 

Introduzione

 

Con il Concilio Ecumenico Vaticano II, siamo stati chiamati al ‘ritorno alle fonti’. In questo percorso, abbiamo approfondito il Carisma Francescano e ci siamo interrogati sulla nostra identità. Minorità – Fraternità – Conventualità è stata la nostra conclusione. Fu un tuffarsi in noi stessi.

 

Dopo questa presentazione dell’identità dell’Ordine, rispondendo ai segni dei tempi, ci siamo proiettati nell’impegno sociale, mediante la creazione della Commissione per la Giustizia, Pace e Salvaguardia del Creato (Assisi – 89) e si proiettò di fronte alle sfide del terzo millennio (Messico - 92) rispondendo cosi al ‘grido degli oppressi’.

 

“Noi vogliamo essere nel mondo ‘veri operatori di pace’ (Mt.5,9) e vogliamo camminare accanto ai ‘perseguitati a causa della giustizia” (Mt.5,10) (Capitolo Generale Straordinario – Messico ’92, (CGS)-p.27)

 

La Commissione di Giustizia, Pace e Salvaguardia del Creato e difesa della Vita Umana (JPSC) si pone giustamente in questo atteggiamento sociale dell’Ordine. (cf. (CGS, Introduzione).

 

Un’area vasta, conflittuale e di grande sfida, che richiede impegno personale dei singoli frati e strutturale di tutto l’Ordine. (cf. CGS, 4.2)

 

La Commissione JPSC

 

In questo incerto momento della globalizzazione dove si riduce il numero dei ‘ricchi ogni volta più ricchi’ e si amplia il numero dei ‘poveri ogni volta più poveri’ (Giovanni Paolo II) la Commissione Internazionale (un delegato d’ogni Conferenza / Federazione) di JPSC radunata nel CEFID – Assisi del 02-08.07.2000, ha cercato di trovare una definizione:

 

JPSC: è la convinzione e l’azione, personale e collettiva, di noi francescani conventuali, per trasformarci in strumento di pace attuando nella società un equo vivere e convivere come figli di Dio in fraternità con il Creato”.

 

“..il frate minore condivide nella solidarietà le angosce e le speranze del popolo” e partecipa “alla trasformazione della cultura del tempo” (CGS, 3.2.3 e 4.1)

 

Questa è una definizione provvisoria, dobbiamo studiarla, approfondirla e modificarla, ma in questo momento è con questa definizione che lavoreremo.

 

La Commissione Internazionale ha cercato di trovare un punto convergente per il lavoro della JPSC a lungo termine (2009) e ci siamo messi in questa direzione:

 

Servizio ai poveri, fatto come atto di giustizia che non crei dipendenza”.

 

Dobbiamo avere chiaro “che i poveri diventino i veri soggetti della loro storia e i protagonisti della loro liberazione” (CGS, 4.4.2-b).

 

Per attuare questo ci siamo proposti:

 

  1. Utilizzare tutti i mezzi che sono in nostro potere, sia ‘ad intra’ e / o ‘ad extra’ dell’Ordine.
  2. Creare ‘Gruppi Operativi di Base’

 

In questa maniera potremo rispondere agli appelli più urgenti ed emergenti in ogni luogo dove si trovano i nostri frati, facendo sì che la realtà locale e globale sì avvicini al Regno di Dio con fede viva in Colui che ha fatto ‘nuove tutte le cose’ (Ap.21,5)

 

 

Gruppo Operativo di Base

 

Si chiamano Gruppo Operativo di Base i diversi gruppi che lavorano nella dinamica di JPSC nelle diverse realtà dove sono inseriti.

 

Questi gruppi hanno caratteristiche proprie:

-         Coinvolgenti ed Ecumeniche (frati – laici – altre religioni – atei);

-         Lavorano a partire dalla realtà concreta;

-         Partono dal ‘particolare all’universale’;

-         Lavorano congiuntamente con gli altri gruppi ed entità;

-         Si fanno aiutare dagli specialisti della zona;

-         Hanno un santo o altra persona come modello ispiratore;

-         Si costituiscono come forza trasformante.

 

L’unità e la conferma di questo lavoro si concretizza nella struttura della Commissione de JPSC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


                                                                                                                                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


DINAMICA DI LAVORO

 

 

 

 

 

 

 


COMISSAO INTERNAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visione attuale

 

È molto difficile, per me, fare una reale e precisa presentazione dell’attuale situazione del lavoro di JPSC nell’Ordine oggi.

 

Ho incominciato questo servizio soltanto nel Gennaio del 2000. Tempo troppo breve per fare una relazione chiara e oggettiva.

 

È vero che il Definitorio Generale mi ha nominato come Delegato Generale per JPSC nel Settembre del 1998 e nel mese successivo io ero già a Roma. Ho dedicato il tempo per imparare le lingue Italiana e Inglese, necessarie per sviluppare il mio lavoro. Ho avuto qualche contatto di lavoro con altri francescani (OFM, OFMCap, TOR), con i Promotori de Giustizia, Pace e Integrazione del Creato (PJPIC) dell’Unione dei Superiori Generali (USG / UISG), con Franciscans International (FI) di Ginevra, ho studiato qualche libro e documento riguardante JPSC e ho organizzato l’incontro della Commissione Internazionale.

 

Ho dovuto incominciare tutto da capo, poiché io non avevo lavorato in questo settore precedentemente, tutto è stato una novità per me. ‘Pian piano si va lontano’ 

 

 

Problemi affrontati:

 

  1. Cambiamento del Delegato Generale:

Con l’uscita del precedente Delegato Generale per JPSC (1997), il lavoro di JPSC è rimasto disarticolato. Ogni Conferenza o Giurisdizione ha lavorato isolatamente. Questo non ha stimolato i frati che lavoravano con JPSC. Tanto è vero che nel raduno della Commissione Internazionale (Luglio – 2000) erano presenti soltanto cinque dei sette Delegati delle Conferenze. Di questi, tre avevano esperienza precedente, come Delegati, due erano totalmente nuovi e non conoscevano la realtà della loro Conferenza.

 

  1. Discontinuità dei raduni:

Nell’ultimo sessennio la Commissione Internazionale si è radunata soltanto due volte (1996 e 2000). Di per sè dovrebbe radunarsi una volta l’anno. Spero di superare questo ostacolo nel prossimo sessennio. Colgo l’occasione per chiedere a voi provinciali e custodi, qui presenti, che vengano nominati i Delegati per JPSC in ogni Giurisdizione, così l’impegno dell’Ordine torna ad essere efficace.

 

  1. Trasferimento dell’ufficio:

Per ragioni pratiche e per una maggiore mobilità del Delegato Generale, nel disimpegno delle sue funzioni, l’ufficio di JPSC è stato trasferito dal CEFID – Assisi, dove stava, alla Curia Generalizia – Roma. La decisione è stata presa alla fine di Febbraio 2000 e il trasferimento è stato effettuato in Maggio dello stesso anno.

 

  1. Mancanza di chiarezza:

Ancora non è chiaro per l’Ordine e neanche per noi Delegati, cos’è specificamente il lavoro di Giustizia, Pace, Salvaguardia del Creato e Difesa della Vita Umana. Parecchie volte si confonde con l’assistenza che prestiamo agli altri, con la carità che facciamo ai bisognosi, con le programmazioni che organizziamo e con corsi – studi e ritiri che pianifichiamo. Certo tutto questo è buono, ma dobbiamo agire sulle cause che generano gli esclusi, le vittime del nostro tempo. Anche se consapevoli che ‘la necessità non conosce legge’ (cf Rnb IX,20). La JPSC ancora non è entrata nella coscienza del nostro Ordine.

 

Conferenze e Federazioni

 

Qualche considerazione a partire dalle relazioni dei Delegati della Conferenze e Federazioni:

 

AFCOF – Presenta grandi difficoltà con la questione dello spostamento in Africa;

-         Fanno un buon uso della rivista ‘Catholic Messenger’ con articoli su JPSC e giustizia sociale;

-         In Ghana fanno un buon lavoro di JPSC (non ho le relazioni delle altre giurisdizioni);

-         Tutta la Federazione svolge un lavoro di Missione, in ‘una certa maniera’ possiamo dire che questo è anche lavoro di JPSC.

 

CEC(Nuovo delegato. Non ha presentato nessuna relazione)

 

CEO – Diversità molto grande fra lingue e culture;

-         Il post comunismo e la globalizzazione capitalista presentano immense sfide;

-         Fanno incontri regolari della Conferenza. Anche con gli studenti e i formatori;

-         Fanno uso per divulgazione e formazione dei Bollettini – Radio – TV;

-         In tutti i conventi danno un aiuto ai bisognosi;

-         Mantengono un progetto francescano d’Educazione Ecologica.

 

CFC – (Il Delegato era assente, ma la Conferenza ha inviato ugualmente la relazione)

-    Parecchi frati sono coinvolti in lavori di JPSC;

-         Molti programmi sono stati portati a termine in diversi luoghi della Conferenza;

-         I progetti sono finanziati dalla Conferenza, anche nei paesi in via di sviluppo;

-         I Delegati Provinciali hanno una pubblicazione annuale ‘Newsletter’.

 

CIMP – Ha lavorato ordinatamente e senza interruzione;

-         Realizzano ogni anno l’incontro con i delegati;

-         Programmano incontri formativi – di studio e di spiritualità;

-         Hanno una presenza positiva nella Commissione Interfrancescana.

 

FAAMC(Delegato sostituto senza la relazione del suo titolare)

-         Non sono organizzati a livello di Federazione;

-         Molti frati, per loro iniziativa, sono coinvolti nella JPSC;

-         Difficoltà molto grandi con le lingue e culture (Sono due continenti).

 

FALC(Il Delegato era assente, ma ha inviato la sua relazione)

-         Non hanno fatto i raduni regolarmente;

-         Hanno elaborato un progetto a breve scadenza (1999 – 2001) ma non è stato avviato;

-         Alcune Giurisdizioni svolgono lavori di JPSC.

 

Certamente questa è una visione molto ristretta del lavoro svolto dai nostri frati e dalle Giurisdizioni nel mondo, ma è il mio limite in questo momento.

 

Conclusione

 

-         ‘C’è qualche frate dalla sua Conferenza che soffre persecuzione?’ Ho domandato.

-         ‘No’. È stata la risposta.

 

Ho fatto questa domanda ai delegati delle Conferenze e Federazioni la risposta mi ha preoccupato. In questo mondo di disuguaglianze abissali, violenze a tutti i livelli, ingiustizie dappertutto e aggressione generalizzata al creato, noi seguaci di San Francesco viviamo in questa realtà e non soffriamo persecuzione!?

 

“..il lottare contro le ingiustizie e le culture della violenza, diventa un imperativo morale”

 (CGS, p.33)

 

Grandi sono le sfide. Piccole sono le nostre forze. Il Padre Serafico ricorda ai suoi fratelli: ‘..tutte le creature che stano sotto il cielo, a loro modo, servono e conoscono e obbediscono al loro Creatore meglio di te’. (Adm.5,2)

 

Prendiamo questo come sfida per incominciare ad essere ‘costruttori di pace’, in questo terzo millennio, ‘e saremo chiamati figli di Dio’ (cf. Mt.5,9).

 

 

O ALTO E GLORIOSO DIO,

ILLUMINA IL CUORE MIO.

DAME FEDE DIRICTA,

 SPERANZA CERTA,

CARITÀ PERFETTA,

HUMILTÀ PROFONDA,

SENNO E COGNOSCEMENTO

CHE IO SIRVI LI TOI COMANDAMENTI.

AMEN.

 

(Preghiera davanti al Crocifisso – S. Francesco  - FF,182)

 

 

 

Fr. Vasco Cróccoli

Delegato Generale per Giustizia, Pace e Salvaguardia del creato

 

ROMA  Luglio  2000

 

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COMISIÓN DE JUSTICIA, PAZ

Y SALVAGUARDA DE LA CREACIÓN

 

 

Introducción

 

Con el  Concílio Ecuménico Vaticano II, fuimos llamados a «volver a las fuentes». En este recorrido, hemos profundizado el carisma franciscano y nos preguntamos por nuestra propia identidad. Minoridad, Fraternidad y Conventualidad fue nuestra conclusión. Fue un sumergirse en nosotros mismos.

 

Después de esta identificación, la Orden, respondiendo a los signos de los tiempos, se proyectó hacia el compromiso social, mediante la creación de la Comisión de Justicia, Paz y Salvaguarda de la Creación (Asís ’89) y se lanzó de frente a los desafíos del tercer milenio (Méjico ’92) respondiendo así al «grito de los oprimidos».

 

«Nosotros queremos ser en el mundo "verdaderos constructores de paz" (Mt. 5,9) y queremos caminar junto a los "perseguidos a causa de la justicia" (Mt. 5,10)» (Capítulo General Extraordinario - Méjico ’92 - (CGE), cf. pp. 27-29)

 

La Comisión de Justicia, Paz y Salvaguarda de la Creación y Defensa de la Vida Humana se ubica justamente en ésta perspectiva social de la Orden (cf. CGE, p. 5).

 

Una área vasta, conflictiva y desafiante, que exige el compromiso personal de cada fraile y estructural de toda la Orden (cf. CGE,  4.2).

 

La Comisión JPSC

 

En este momento incierto de la globalización, donde se reduce el número de los «ricos cada vez más ricos» y se amplía el número de los «pobres cada vez más pobres» (Juan Pablo II), la Comisión Internacional (un delegado de cada Conferencia/Federación) de JPSC reunida en el CEFID - Asís del 02-08.07.2000, intentó encontrar una definición:

 

«JPSC: es la convicción y la acción, personal y colectiva, de nosotros franciscanos conventuales para transformarnos en instrumentos de paz actuando en la sociedad para una ecua vivencia y convivencia como hijos de Dios en fraternidad con la Creación»

 

«El fraile menor comparte en solidaridad las angustias y esperanzas del pueblo» (CGE, 3.2.3.) y participa «en la transformación de la cultura de la época»

(CGE, 4.1)

 

Ésta es una definición provisoria, necesita ser estudiada, profundizada y modificada, pero por el momento es con ésta definición que trabajaremos.

 

La Comisión Internaciónal intentó también encontrar un punto de convergencia para el trabajo de JPSC a largo plazo (2009) y nos colocamos en la siguiente dirección:

 

«Servicio a los pobres, hecho como acto de justicia, que no cree dependencia».

 

Debemos tener claro «que los pobres sean los verdaderos sujetos de su historia y los protagonistas de su liberación» (CGE, 4.4.2b)

 

Para lograr esto nos proponemos:

 

a.       Utilizar todos los medios que están a nuestro alcance, sea «ad intra» que «ad extra» de la Orden.

b.      Crear «Grupos Operativos de Base».

 

De esta manera podremos responder a los desafíos más urgentes y emergentes de cada lugar donde se encuentran nuestros frailes, haciendo que la realidad local y global se aproxime al Reino de Dios con fe viva en Aquel que hace «nuevas todas las cosas» (Ap. 21,5)

 

 

Grupo Operativo de Base

 

Se denomina Grupo Operativo de Base los diferentes grupos que trabajan en la dinámica de JPSC, en las distintas realidades donde están insertos.

 

Estos grupos se caracterizan por los siguientes aspectos:

·        Comprometido y ecuménico (frailes - laicos - otras religiones - ateos);

·        Trabaja a partir de realidades concretas, palpables;

·        Parten del «particular» para llegar al «universal»;

·        Trabaja en conjunto con otros grupos y entidades;

·        Trabaja con los especialistas del lugar;

·        Tienen un/a santo/a u otra persona como modelo inspirador;

·        Se constituye como fuerza transformadora.

 

La unidad y la confirmación de este trabajo se realizará a través de la estructura de la Comisión de Justicia, Paz y Salvaguarda de la Creación de la Orden.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


                                                                                                                                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


DINÁMICA DE TRABAJO

 

 

 

 

 

 

 


COMISIÓN DE LA CONFERENCIACOMISSAO INTERNAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Visión actual

 

Es muy difícil, para mí, hacer una real presentación de la situación actual del trabajo de JPSC en la Orden hoy.

 

Comencé este servicio recién en enero del 2000. Tiempo muy corto para una relación clara y objetiva.

 

Es cierto que el Definitorio General me nombró como Delegado General para la JPSC en setiembre del ’98 y al mes siguiente yo ya estaba en Roma. Me dediqué a aprender las lenguas italiana e inglesa, fundamentales para desarrollar mi trabajo. Hice algunos contactos de trabajo con las otras Ordenes Franciscanas (OFM, OFM Cap., TOR), con los Promotores de Justicia, Paz e Integración de la Creación (PJPIC) de la Unión de los Superiores Generales (USG), con Franciscans International (FI) de Ginebra, estudié algunos libros y documentos que se refieren a mi trabajo y organicé el encuentro de la Comisión Internacional.

 

Tuve que comenzar todo desde la base, porque antes yo no había trabajado en éste sector, todo era una novedad para mí. ‘Poco a poco se llega lejos’.

 

Problemas afrontados

 

a.       Cambio del Delegado General:

Con la salida del anterior Delegado General (1997), el  trabajo de JPSC quedó desarticulado y cada Conferencia o Jurisdicción trabajó aisladamente.

Esto provocó una falta de estimulación a quienes trabajaban con JPSC. Tanto es así que en el encuentro de la Comisión Internacional (julio del 2000) estuvieron presentes sólo cinco de los siete Delegados de las Conferencias; de los cuales tres tenían experiencia precedente en el sector, y dos eran totalmente nuevos, sin conocimiento de la realidad de su Conferencia.

 

b.      Discontinuidad de los encuentros:

En el último sexenio, la Comisión Internacional se reunió sólo dos veces ( 1996 y 2000), siendo que según los estatutos debería  reunirse una vez al año. Espero que éste inconveniente sea superado en el próximo sexenio. Desde ya ruego a ustedes provinciales y custodios, aquí reunidos, que nombren un Delegado para la JPSC en su propia Jurisdicción, para que el compromiso de la Orden en este sector sea eficáz.

 

c.       Cambio de la oficina:

Por razones prácticas y de mayor movilización del Delegado General para desarrollar su función, la oficina fue transferida del CEFID - Asís, donde funcionaba, a la Curia General - Roma. La decisión fue tomada a fines de febrero del 2000 y el cambio se efectuó en mayo del mismo año.

 

 

 

d.      Falta de claridad:

Todavía no está claro para la Orden y tampoco para nosotros Delegados cuál es específicamente el trabajo de Justicia, Paz, Salvaguarda de la Creación y Defensa de la Vida Humana. Muchas veces se confunde con la asistencia que damos a los otros, con la caridad que hacemos a los necesitados, con las programaciones que elaboramos y con los cursos - estudios y retiros que programamos. Ciertamente que ésto es bueno, pero debemos actuar sobre las causas que generan los excluidos, las víctimas de nuestro tiempo. También sabiendo que «la necesidad no tiene ley» (Rnb IX, 16). La JPSC todavía no ha calado en la conciencia de nuestra Orden.

Conferencias y Federaciones

 

Algunas consideraciones a partir de las relaciones de los Delegados de las Conferencias y Federaciones:

 

AFCOF:

·        Presenta grandes dificultades con las distancias y los transportes.

·        Utilizan la revista ‘Catholic Messenger’ y escriben artículos sobre JPSC y justicia social;

·        Ghana hace un buen trabajo en el sector de JPSC; (no tengo las relaciones de las otras Jurisdicciones);

·        Toda la Federación desarrolla un trabajo de Misión, y en cierto «sentido» ésto ya es un trabajo de JPSC.

 

CEC: (Delegado nuevo, no puede presentar una relación)

 

CEO:

·        Mucha diversidad con las lenguas y culturas:

·        Después del comunismo y la globalización capitalista encuentra grandes desafíos;

·        Tienen encuentros regulares en la Conferencia. En éste sexenio realizaron un encuentro con formandos y formadores;

·        Utilizan como divulgación Boletines, Radio y TV.

·        En todos los conventos tienen una ayuda a los pobres y necesitados;

·        Mantienen un proyecto franciscano de Educación Ecológica.

 

CFC:

·        (Delegado ausente, pero la Conferencia envió su relación)

·        Muchos frailes están comprometidos en trabajos de JPSC;

·        Varios programas se están llevando a buen término en distintos lugares, dentro y fuera de la Conferencia;

·        Financian proyectos en Países en desarrollo;

·        Los Delegados Provinciales publican «Newsletter» una vez al año.

 

 

CIMP:

·        Trabajó ordenadamente sin interrupción;

·        Realizó los encuentros anuales;

·        Programó encuentros formativos, de estudio y espiritualidad para los delegados;

·        Tuvo una presencia positiva en los encuentros interfranciscanos.

 

FAAMC:

·        (Delegado sustituto, sin una relación del titular);

·        No están organizados a nivel de Federación;

·        Muchos frailes, por propia iniciativa, están implicados en causas de JPSC;

·        Tienen muchas dificultades con la diversidad de lenguas y culturas (abarca 2 continentes).

 

FALC:

·        (Delegado ausente, pero envió su relación);

·        No se encuentran regularmente;

·        Fue elaborado un proyecto a corto plazo (1999-2001), todavía no encaminado;

·        Varias jurisdicciones desarrollan trabajos de JPSC.

 

Ciertamente ésta es una visión muy restringida de todo el trabajo de JPSC que desarrollan nuestros frailes y Jurisdicciones, pero es mi límite en éste momento.

 

 

Conclusión

 

·        Pregunté: «¿En tu Conferencia, tien algún fraile que es perseguido?»

·        Me respondieron: «No».

 

Hice ésta pregunta a los Delegados de las Conferencias y Federaciones y quedé preocupado por la respuesta. En un mundo de desigualdades abismales, violencia a todos los niveles, injusticias por todos lados y agresión generalizada a la creación, ¿nosotros, seguidores de San Francisco, vivimos en ésta realidad sin sufrir persecusión?

 

«Luchar contra las injusticias y las culturas de la violencia, se convierte en un imperativo moral» (CGE, p. 25).

 

Los desafíos son grandes. Pequeñas son nuestras fuerzas. El Seráfico Padre recordaba a sus hermanos: «Y todas las criaturas que están bajo el cielo sirven, conocen y obedecen, a su modo, a su Creador mejor que tú»  (Adm 5,2).

 

Tomemos ésto como desafío para nosotros y comencemos a ser «constructores de paz», en este tercer milenio, «y seremos llamados hijos de Dios (cf. Mt. 5,9).

 

 

 

¡OH ALTO Y GLORIOSO DIOS!,

ILUMINA LAS TINIEBLAS DE MI CORAZÓN

Y DAME FE RECTA,

 ESPERANZA CIERTA Y CARIDAD PERFECTA,

SENTIDO Y CONOCIMIENTO,

PARA QUE CUMPLA

TU SANTO Y VERAZ MANDAMIENTO.

 AMÉN.

 

(Oración ante el crucifijo de San Damián  -  S. Francisco)

 

 

 

 

Fr. Vasco Cróccoli

Delegado General para Justicia, Paz y Salvaguarda de la Creación

 

ROMA, Julio 2000

 

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Justice, Peace and Safeguarding of Creation Commission

 

 

 

Introduction

 

With the Second Vatican Council, we were called to "return to our sources". During this time, we deepened our understanding of the Franciscan Charism and we asked ourselves about our identity. Minority - Fraternity - Conventuality were three themes which encapsulated our conclusions.   It was a profound  self-searching.

 

Having come to understand better the Identity of the Order and responding to the signs of the times, we engaged in social commitment, by creating the Commission for Justice, Peace and Safeguarding of Creation (Assisi - 89). Later we responded to the challenges of the third millennium with our  documents (Mexico - 92) which address the “cry of the oppressed”

 

"We wish to be 'true peacemakers' in the world (Mt. 5,9) and we wish to walk alongside those who are ‘persecuted for the sake of justice" (Mt. 5,10) (Extraordinary General Chapter - Mexico '92, - EGC - p. 27)

 

The Commission for Justice, Peace and Safeguarding of Creation and the Defense of Human Life (JPSC) aligns itself with  this stance of social responsibility of the Order. (cf. EGC - Introduction).

 

This broad focus, with it is conflicts and challenges demands a personal commitment from each friar and from within each structure of the whole Order. (cf. EGC, 4.2)

 

The JPSC Commission

 

In these uncertain times of globalization when there is an ever decreasing minority of "rich becoming richer" resulting in a ever increasing number of "poor becoming poorer" (John Paul II), the International Commission of JPSC met at the CEFID - Assisi from 02-08.07.2000.

At this gathering we came to define our task in the following way:

 

"JPSC: seeks to foster both the conviction and the corresponding activity, personal and collective, of us conventual franciscans to transform ourselves into instruments of peace in our society, living in mutual respect and living together as children of God in fraternity with Creation".

 

"A friar minor shares in solidarity the hopes and suffering of the people" and participates "in the transformation of the culture of the times" (EGC, 3.2.3. And 4.1)

 

This is a tentative definition, which we must study, develop, and if need be modify.  At this point, however, we are working with this definition.

 

The International Commission of JPSC sought to establish a long term (2009 - 9 years) focus and goal  and settled on the following:

 

"We will serve the poor, without making them dependent on constant help.”

 

We must keep clear in mind: "that the poor become real subjects of their history and the protagonists of their liberation" (EGC, 4.4.2-b).

 

To achieve this goal, we are proposing to:

 

a)      Use all the means in our power, both "ad intra" and "ad extra" of the Order.

b)      Create "Base Working Groups"

 

In this way we can respond to the more urgent appeals and emergencies in each place where our friars are. We can bring the local and global situations closer to the Kingdom of God, with a living faith in him Who makes "all things new" (Rv. 21,5)

 

 

Base Working Groups

 

“Base Working Groups” will be various groups that will apply the vision and dynamics of the goals of JPSC in the diverse situations in which they exist.

 

These Groups will have the following characteristics:

 

-         All embracing and ecumenical (friars - lay people - other religions - atheists);

-         Working  on concrete issues and in concrete situations;

-         Starting from particular going to universal;

-         Collaborating with other groups and entities;

-         Asking the assistance of specialists of the locality;

-         Having some saint or some other significant person as a model/inspiration;

-         Empowered to effect real change.

 

These Base Working Groups will be the essential elements in our Order through which  the goals of the JPSC Commission will beacomplished. They will be the JPSC in action.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


CONFERENCE / FEDERATION

 DELEGATE

 

INTERFRANCISCAN

COMMISSION

 
                                                                                                                                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


DYNAMIC

 

 

 

 

 

 

 


CONFERENCE  COMMISSIONCOMISSAO INTERNAC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


WOR

GROUP
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Actual vision

 

It is very difficult for me, to make an accurate  presentation of the existing situation of the efforts of JPSC in the Order today.

 

I entered this office in the month of January 2000; a year is too short a time to be able to give a clear and comprehensive report.

 

It is true that the General Definitory nominated me as General Delegate for JPSC in September of 1998 and the following month, I was already in Rome. I dedicated this time to learning  Italian and English, which were necessary in my work. I was able to have some working contact with other Franciscans (OFM, OFMCap, TOR), with the Promoters of Justice, Peace and Integrity of Creation (PJPIC) of the Union of General Superiors (USG/UISG) and with Franciscans International (FI) of Geneva.  I studied some books and documents regarding JPSC and I organized the meeting of the International Commission.

 

I needed to start fresh, since I had not worked in this sector previously.  Everything was new for me. ‘A long journey begins with the first step’.

 

 

Problems faced:

 

a)      The change of General Delegate:

In the lapse of time between the departure of the former General Delegate for JPSC (1997) and the beginning of my work in January 2000, the work of JPSC was left somewhat unattended.  Each Conference or Jurisdiction worked separately and isolated from the others, a situation which made it difficult for the friars who are working with JPSC. In all truth, at the meeting of the International Commission (July 2000) only five of the seven Delegates of the Conferences were present. Of these, three had previous experience as Delegates; two were new and were not familiar with the reality of their Conference.

 

b)      Disconnectedness of the meetings:

In the past six year term the International Commission met only twice (1996 and 2000). Really it should meet once a year.  I hope to overcome this obstacle in the next six years. I am taking the opportunity to ask the provincials and custodies, here present, to nominate Delegates for JPSC in your Jurisdiction.  In this way the Order's commitment and aspirations will be more effective.

 

c)      Transfer of office:

To allow for greater accessibility and mobility of the General Delegate, the office of JPSC was transferred from CEFID – Assisi, to the General Curia – Rome. The decision was taken at the end of February 2000 and the transfer was carried out in May of this year.

 

d)      Lack of clarity:

The scope of the Commission of Justice, Peace and Safeguarding of Creation and Defense of Human Life is not yet sufficiently clear to the Order and to the Delegates. It is often confused with the assistance we offer others, with the charity we give those in need, with the programs that we organize and, sometimes, with the studies and retreats that we plan. Certainly, all these are good, but more importantly, we must address the root causes of alienation and victimization; St. Francis reminds us that "necessity does not know the law" (cf RnB IX, 20). The values of JPSC have not yet fully penetrated the knowledge and awareness of the Order.

 

 

Conferences and Federations

 

 

The following are some concerns expressed in the report of the Delegates of the Conferences and Federations.

 

AFCOF - presented great difficulty on the question of moving around in Africa;

-         They are making good use of the ‘Catholic Messenger’ magazine with articles on JPSC and social justice;

-         In Ghana the JPSC is working well;

      (I do not have the reports from the other jurisdictions);

-         All the members of the Federation do missionary work. In a way we can say that this is also the concern of the JPSC.

 

CEC - (New Delegate. Did not present any report)

 

CEO - Great diversity in language and culture;

-         Post communism and capitalist globalization present immense challenges.

-         They have regular meetings in the Conference. They met with the students and formation directors about JPSC;

-         Are use of bulletins - radio - TV for dissemination and formation.

-         In all the convents they give help is given to those in need.

-         They maintain a franciscan project on ecological education.

 

CFC - (The Delegate was absent, but the Conference however sent their reports)

-         A number of friars are involved in JPSC work.

-         Many programs were brought within the Conference.

-         The projects were financed by the Conference, in the developing countries.

-         The provincial delegate publishes an annual "Newsletter".

 

CIMP – Continued to function normally without interruption;

-         Had a meeting every year with the Delegates.

-         Holds information and training sessions – with study and spirituality;

-         Has a positive presence in the inter-franciscan commission.

 

FAAMC - (Substitute attended without the report of the Delegate)

-         They are not organized on the level of the Federation.

-         Many friars, on their own initiative, are involved in JPSC.

-         There is much difficulty posed by differences in language and culture (being from two continents).

 

FALC - (The Delegate was absent, but did send his report)

-         They were not able to have regular meetings.

-         They had discussed a short term project (1999-2001), but did not follow through with it.

-         Some Jurisdictions do JPSC work.

 

Certainly this is a very limited vision of the work our friars are undertaking and of the Jurisdictions throughout the world; but it what I have to work with now.

 

Conclusion

 

 

-         I enquired:  “Is there a friar in your Conference who suffers persecution?”

-         "No one!" Was the answer.

 

I put this question to the Delegates of the Conferences and Federations. Their answer  gave me reason for concern. In this world of great inequality, violence at all levels, injustice for all levels and an attitude of aggression towards creation, we followers of St. Francis are living in this reality and not one is suffer persecution!?

 

"…the struggle against injustices and cultures of violence, becomes a moral imperative"

(CGE, p.33)

 

Great are the challenges. Little are our forces. The Seraphic Father reminds his brothers: "all creatures under heaven, in their own way, serves and knows, and obeys their creator better than you" (Adm. 5,2)

 

Let us take this as a challenge to begin to be "workers for peace", in this third millennium, " and we will called children of God" (cf. Mt. 5.9).

 

 

“MOST HIGH AND GLORIOUS GOD,

ENLIGHTEN THE DARKNESS OF MY HEART.

GIVE ME RIGHT FAITH,

CERTAIN HOPE,

PERFECT CHARITY,

PROFOUND HUMILITY,

SENSE AND KNOWLEDGE

THAT I MAY DO YOUR MOST HOLY WILL.

AMEN.”

 

(Prayer in front of the crucifix – St. Francis)

 

 

 

Fr. Vasco Cróccoli.

General Delegate for Justice, Peace and Safeguarding of Creation.

 

Rome  July 2000.

 

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KOMISJA ds. SPRAWIEDLIWOŚCI, POKOJU

i OCHRONY ŚRODOWISKA

 

 

Wstęp

 

Sobór Watykański II wezwał nas byśmy powracali „do źródeł”. W duchu pełniejszego przeżycia charyzmatu franciszkańskiego Zakon nasz po wielekroć zastanawiał się nad swoją tożsamością. Wynikiem tego procesu jest rosnąca świadomość naszego powołania do Mniejszości – Braterstwa – Konwentualności. Było to swoistym zanurzeniem się w nas samych.

Następnie odpowiadając na znaki czasu, zaangażowaliśmy się na polu socjalnym, przez powołanie Komisji ds. Sprawiedliwości, Pokoju i Ochrony Środowiska (Asyż – 1989). Pragnęliśmy stawić czoła wyzwaniom Trzeciego Tysiąclecia (Meksyk 1992) poprzez próbę dania odpowiedzi na „wołanie pokrzywdzonych” : „Chcemy być w świecie ‘prawdziwymi twórcami pokoju’ (Mt 5,9) oraz kroczyć u boku ‘ofiar niesprawiedliwości’ (Mt 5,10),[Kapituła Generalna w Meksyku,1992, CGS, p.27]

Komisja ds. Sprawiedliwości, Pokoju, Ochrony Środowiska oraz Obrony Życia Ludzkiego (JPSG) pragnie znaleźć swoje miejsce w tak pojętym stanowisku Zakonu (zob. CGS 4,2). Istnieje tu ogromne pole do działania, które jest zarazem konfliktowe i wyzywające. Wymaga ono osobistego zaangażowania się poszczególnych braci oraz struktur Zakonu.

 

Komisja JPSC

 

W tych trudnych czasach globalizacji świata, gdy się zacieśnia liczba „bogatych, którzy są wciąż bogatsi”, a jednocześnie powiększa się liczba „biednych, coraz biedniejszych” (Jan Paweł II), Międzynarodowa Komisja JPSC (jeden delegat z każdej Konferencji/Federacji), na zebraniu w Asyżu (2 – 8 sierpień 2000) pragnęła wyrazić zakres swego działania w swego rodzaju definicji:

„JPSC: to przekonanie i działanie - osobiste i wspólnotowe, franciszkanów konwentualnych, do stawania się narzędziami pokoju, poprzez wprowadzanie w życie całej społeczności zasad życia w równości i w braterstwie ze Stworzeniem, jako dzieci Boga”.

 

„... brat mniejszy uczestniczy solidarnie w problemach i nadziejach ludu” oraz bierze udział, w kształtowaniu się kultury” (CGS 3.2.3; 4.1).

Definicja ta jest prowizoryczna i wymaga głębszego studium oraz ewentualnej korekty. Tymczasem jednak będzie ona naszą wytyczną.

 

Międzynarodowa Komisja starała się wyznaczyć rodzaj działań JPSC na okres do 2009, i proponuje następujący kierunek:

„Służba biednym jako akt sprawiedliwości przy jednoczesnej eliminacji stanu uzależnienia”.

Musimy zdać sobie sprawę, że „biedni powinni stać się podmiotami własnej historii oraz twórcami własnego wyzwolenia” (CGS 4.4.2-b).

 

Aby uczynić to możliwym, postanowiliśmy:

a)                           Użyć wszelkich możliwych dostępnych środków w naszym Zakonie, tak „ad intra”, jak „ad extra”;

b)                           Stworzyć „Podstawowe Grupy Operacyjne”.

W ten sposób będziemy w stanie odpowiedzieć na najbardziej pilne apele dochodzące do nas z placówek, gdzie pracują nasi bracia. Będzie to okazją do zbliżenia każdej rzeczywistości, lokalnej i globalnej, do Królestwa Bożego z żywą wiarą w Tego, który uczynił „nowe wszystkie rzeczy  (Ap 21,5).

 

Podstawowe Grupy Operacyjne

 

Są to grupy posiadające dynamikę JPSC i działające w licznych realiach. Posiadają one następujące cechy charakterystyczne:

-         Są angażujące i ekumeniczne (bracia, świeccy, inne religie, ateiści)

-         Rozpoczynają swą działalność na bazie konkretnej rzeczywistości

-         Punktem ich wyjścia jest „konkretność” a docelowym „uniwersalność”

-         Współpracują z innymi grupami i organizacjami

-         Akceptują fachowość lokalnych specjalistów

-         Posiadają Świętego Patrona jako ich duchowego kierownika

-         Stanowią twórczą energię zdolną przekształcać.

Aktualność i potwierdzenie tej działalności znajduje swój wyraz w strukturach Komisji JPSC.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


                                                                                                                                        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


DYNAMIKA PRACY

 

 

 

 

 

 


        COMISSAO                                           

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


WIZJA OGÓLNA

 

Nie łatwo jest mi w sposób zadawalający ukazać realną działalność JPSC w Zakonie dzisiaj. Urząd mój objąłem dopiero w styczniu 2000 roku. Jest to stanowczo zbyt krótki czas na przedstawienie klarownego i obiektywnego sprawozdania.

Chociaż Definitorium Generalne nominowało mnie na ten urząd już we wrześniu 1998 roku, i w październiku przybyłem do Rzymu, to jednak cały ten czas poświęciłem na naukę języków niezbędnych do spełniania mej funcji – włoskiego i angielskiego. W międzyczasie nawiązywałem kontakty z przedstawicielami OFM, OFMCap, TOR oraz z Promotorami Sprawiedliwości, Pokoju i Ochrony Środowiska (USG/UISG), oraz z Franciscans International (FI) w Genewie. Sporo czasu poświęciłem na studium dokumentów dotyczących JPSC i zorganizowałem spotkanie Komisji Międzynarodowej.

Praktycznie nie mając w przeszłości do czynienia z podobną działalnością, musiałem rozpoczynać od zera – wszystko okazało się dla mnie „novum” („Powoli, a daleko zajdziesz”).

 

Kwestie problematyczne

 

a)      Zmiany personalne: po opuszczeniu urzędu przez poprzedniego Delegata (1997), działalność JPSC praktycznie przestała być koordynowana. Każda juryzdykcja pracowała na „własną rękę”. To stało się wręcz zniechęcającym dla braci pracujących w JPSC. Na przykład w spotkaniu Komisji Międzynarodowej (lipiec 2000) wzięło udział jedynie pięciu z siedmiu Delegatów Konferencji. Z tym jedynie trzej posiadali doświadczenie uprzednio działalności Komisji, dwaj pozostali będąc nowymi Delegatami, nie mieli pojęcia o sytuacji we własnej Konferencji.

b)      Brak regularnych spotkań: W ostatnim sześcioleciu Komisja Międzynarodowa spotkała się jedynie dwa razy (1996, 2000). Z zasady powinna ona spotykać się raz w roku. Mam nadzieję, że uda mi się przezwyciężyć tę trudność w następnym sześcioleciu. Zwracam się więc z prośbą do ministrów prowincjalnych i kustoszów tu obecnych, o wytypowanie i nominację Delegatów JPSC w każdej juryzdykcji, by w ten sposób umożliwić pełne zaangażowanie się Zakonu.

c)      Zmiana rezydencji Delegata: Z powodów praktycznych oraz w celu stworzenia lepszych możliwości komunikacyjnych dla Delegata Generalnego, decyzją z lutego 2000, urząd jego został przeniesiony z Asyżu do Kurii Generalnej.

d)      Brak jasności: Muszę stwierdzić, że tak dla nas Delegatów, jak i dla ogółu braci w Zakonie, nie jest jeszcze jasne na czym powinna polegać działalność na rzecz Sprawiedliwości, Pokoju, Ochrony Środowiska i Obrony Życia ludzkiego. Często jest ona mylona z charytatywną pomocą innym oraz studium i kursami, które się organizuje. Z pewnością wszystko to jest dobre i pożyteczne, należy jednak zwrócić baczniejszą uwagę na racje i powody, które doprowadzają do tego, że istnieją wśród nas ofiary niesprawiedliwości. JPSC nie została jeszcze zakorzeniona w świadomości naszego Zakonu.

 

Konferencje i Federacje

 

Niektóre spostrzeżenia wynikłe ze sprawozdań Delegatów Konferencji i Federacji:

 

AFCOF – Największym problemem tej Federacji jest kwestia odległości a więc kontaktów i

                przemieszczania się:

 

-         Wielki pożytek z czasopisma „Catholic Messenger”, w którym są zamieszczane

      artykuły dotyczące JPSC oraz sprawiedliwości społecznej

-         W Ghanie JPSC działa efektywnie (nie posiadam sprawozdań z innych juryzdykcji)

-         W Federacji istnieje działalność typowo misyjna, co „w pewnym sensie” jest także zadaniem JPSC.

CECNowy Delegat; brak sprawozdania.

CEO – Ogromne zróżnicowanie języków i kultur:

- Okres pokomunistyczny i kapitalistyczna globalizacja stworzyły poważne wyzwania

- Regularne spotkania Konferencji, a także studentów i formatorów

- Szeroki zasięg środków masowego przekazu: czasopisma, radio i Tv

- Przy każdym klasztorze istnieje regularna pomoc biednym

- Franciszkański projekt Ekologicznego Wychowania.

CAADelegat nieobecny, lecz sprawozdanie zostało przesłane:

- Liczni bracia są wciągnięci w działalność JPSC

- Realizacja różnorodnych programów w juryzdykcjach

- Konferencja sfinansowała liczne projekty w krajach rozwijających się

- Delegaci prowincjalni wydają co roku „Newsletter” (Wiadomości).

CIMPW tej Konferencji JPSC działa bez przerwy:

- Coroczne spotkania Delegatów

- Spotkania formacyjne: studium i duchowość

- Zauważa się ich pozytywną obecność w Komisji Międzyfranciszkańskiej.

 

FAAMC - Zmiana Delegata; brak sprawozdania:

- Brak zorganizowania na szczeblu Federacji

- Wielu braci działa na rzecz JPSC z własnej inicjatywy

- Ogromne trudności z powodu różnorodności języków i kultur.

FALC - Delegat nieobecny; sprawozdanie otrzymano:

- Brak regularnych spotkań

- Przygotowano pewien projekt (1999-2000), który jednak nie został zrealizowany

- Niektóre juryzdykcje działają na rzecz JPSC.

Powyższa wizja jest zapewne niepełna biorąc pod uwagę szeroką działalność braci w różnych juryzdykcjach Zakonu. Taka jest jednak moja orientacja na obecny czas.

Zakończenie

 

- Czy w Twojej Konferencji któryś z braci cierpi prześladowanie?” – zapytałem.

- „Nie” – odpowiedziano.

Takie pytanie postawiłem Delegatom Konferencji i Federacji, a otrzymana odpowiedź zaniepokoiła mnie.

My synowie Świętego Franciszka - żyjąc w świecie pełnym niesprawiedliwości, przemocy na wszelkich możliwych poziomach,oraz będąc świadkami ataku na Stworzenie – potrafimy nie cierpieć prześladowania?

Wyzwania przed nami wielkie, lecz siły nasze są nikłe. Święty Franciszek przypomina swym braciom, że „... wszystkie stworzenia pod niebem, na swój sposób służą, poznają i są posłuszne ich Stwórcy lepiej niż ty” (Adm. 5,2): „...walka z niesprawiedliwością i z kulturami przemocy, staje się moralnym wykrzyknikiem” (CGS p.33).

I my zechciejmy przyjąć te słowa jako wyzwanie do stawania się „budowniczymi pokoju” w Trzecim Tysiącleciu, a „będziemy nazwani synami Bożymi” (Mt 5,9).

 

O WIELKI I CHWALEBNY BOŻE,

ROZJAŚNIJ MOJE SERCE.

DAJ MI WIARĘ PROSTĄ,

NADZIEJĘ PEWNĄ,

MIŁOŚĆ DOSKONAŁĄ,

POKORĘ GŁĘBOKĄ,

ROZEZNANIE I MĄDROŚĆ

BYM KROCZYŁ DROGĄ TWYCH PRZYKAZAŃ.

AMEN.

(Modlitwa św. Franciszka przed Krucyfiksem – FF, 182)

 

 

 

 

Fr. Vasco Cróccoli

Delegat Generalny ds. Sprawiedliwości,

Pokoju i Ochrony Środowiska

 

Rzym, lipiec

 

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KOMMISSION GERECHTIGKEIT, FRIEDE UND BEWAHRUNG DER SCHÖPFUNG

 

 

 

Einführung

 

Mit dem Ökumenischen Konzil Vaticanum II sind wir zur Rückkehr zu den Quellen aufgerufen. wird aufgerufen: Auf diesem Weg vertiefen wir das franziskanische Charisma; zugleich sind wir nach unserer Identität gefragt: Einfachheit, Brüderlichkeit Konventualität. Es ist ein Prozeß der Vertiefung. 

 

Nach dieser Vorstellung der Identität des Ordens antworten wir auf die Zeichen der Zeit und sind mitten drin in unserer sozialen Verpflichtung, durch die Schaffung der Kommission Gerechtigkeit, Friede, Bewahrung der Schöpfung (Assisi 1989). Wir befinden uns dann mitten in den Herausforderungen des 3. Jahrtausends (Mexiko 1992) und antworten auf den Schrei der Unterdrückten.

 

„Wir wollen in der Welt ‚wahrhafte Arbeiter des Friedens sein’ (Mt 5,9) und wir wollen mit denen gehen, die um der Gerechtigkeit willen verfolgt werden (Mt 5.10)“ (Außerordentliches Generalkapitel – Mexiko 1992 - [AG] S. 27).

 

Die Kommission Gerechtigkeit, Friede, Bewahrung der Schöpfung und Verteidigung des menschlichen Lebens (GFBS) stellt so die soziale Haltung des Ordens in Wirklichkeit dar (vgl. AG, Einführung).

 

Ein weites Feld, konfliktreich und deswegen von großer Herausforderung, das einen persönlichen Einsatz des einzelnen Bruders eine eine strukturelle Entscheidung des ganzen Ordens erfordert.erfordert (vgl. AG.4.2).

 

 

Die Kommission Gerechtigkeit, Frieden, Bewahrung der Schöpfung

 

In diesem unsicheren Augenblick der Globalisierung, in dem  die Zahl der Reichen „die immer reicher wird, kleiner wird“ und „die Zahl der Armen, die immer ärmer wird, größer wird “ (Johannes Paul II), hat die Internationale Kommission, zusammengesetzt aus Mitgliedern der GFBS ,im CEFID in Assisi vom 02. – 08. Juli 2000 getagt und folgende Definition zu finden gesucht:

 

GFBS: ist eine Überzeugung und Aktion persönlicher und gemeinschaftlicher Art, uns Franziskaner-Konventualen, um uns gleichsam in ein Instrument des Friedens verwandeln zu lassen, durch ein angemessenes Leben und Zusammenleben mit den Menschen der Gesellschaft, als Söhne Gottes in brüderlicher Weise mit der Schöpfung.“. 

 

Der Minderbruder teilt in Solidarität die Ängste und Hoffnungen des Volkes“ und nimmt Anteil „an der Weiterentwicklung der Kultur seiner Zeit(AG,3.2.3.  e  4.1).

 

Das ist eine provisorische Definition; wir müssen sie studieren, vertiefen und abändern, aber in diesem Augenblick müssen wir noch mit dieser vorläufigen Definition arbeiten.

Die internationale Kommission hat versucht,  einen Ziel- Punkt für die