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COMISSÃO JUSTIÇA, PAZ E SALVAGUARDA DA CRIAÇÃO
Introdução:
Com o Concílio Ecumênico Vaticano II, fomos chamados à
‘volta às fontes’. Neste percurso, nós franciscanos conventuais aprofundamos o
nosso carisma e perguntamo-nos pela nossa própria identidade: Minoridade -
Fraternidade – Conventualidade. Foi nossa conclusão. Foi um mergulho em si
mesmo.
Após ter claro a própria identidade, a Ordem, respondendo
aos sinais dos tempos, projetou-se no social, com a criação da Comissão de
Justiça, Paz e salvaguarda da Criação (Assis ’89) e lançou-se de frente aos
desafios do terceiro milênio (México ’92) dando assim, uma resposta ao ‘grito
dos oprimidos’.
“Nós queremos ser no mundo ‘verdadeiros operadores de paz’ (Mt.5,9) e queremos caminhar juntos com os
‘perseguidos por causa da justiça’ (Mt.5,10” (Capítulo Geral Extraordinário
– México’92- (CGE)- pg 27)
A Comissão de Justiça, Paz e Salvaguarda da Criação e
Defesa da Vida Humana (JPSC) localiza-se justamente nesta postura social da
Ordem. (cf. CGE, pg 5)
Uma área vasta, conflitiva e desafiadora, que exige empenho
pessoal de cada frade e estrutural de toda Ordem. (cf. CGE, 4.2)
A Comissão JPSC
Neste incerto momento de globalização, onde se reduz o
número de ‘ricos cada vez mais ricos’ e se amplia o número de ‘pobres
cada vez mais pobres’ (João Paulo II) é que a Comissão Internacional de
JPSC reunida no CEFID – Assis de 02 a 08.07.2000, tentou encontrar uma
definição:
“JPSC: é a convicção e a ação,
pessoal e coletiva, de nós franciscanos conventuais para transformar-se em
instrumentos de paz, agindo na sociedade para uma adequada vivência e
convivência como filhos de Deus e em fraternidade com a Criação”.
“O frade menor compartilha na solidariedade as
angústias e as esperanças do povo”
(CGE, 3.2.3) e participa “na transformação da cultura do tempo” (cf.
CGE, 4.1).
Esta é uma definição provisória. Precisa ser estudada,
aprofundada e modificada, mas no momento é com esta que trabalharemos.
A Comissão Internacional tentou também encontrar um ponto
convergente para o trabalho de JPSC a longo prazo (2009) e nos colocamos na
seguinte direção:
« Serviço aos pobres, feito
como ato de justiça ; que não crie dependência ».
Devemos ter claro « que os pobres tornem-se os
verdadeiros sujeitos da própria história e os protagonistas da própria
libertação » (CGE, 4.4.2-b)
Para que isto aconteça nos propomos :
a.
Utilizar todos os meios que
estão a nosso alcance, seja ‘ad intra’, e ‘ad extra’ da Ordem.
b.
Criar ‘Grupos Operativos de
Base’.
Desta forma poderemos responder aos apelos mais urgentes e
emergentes de cada lugar onde se encontram os nossos frades, fazendo com que a
realidade local e global se aproxime do Reino de Deus com fé viva Naquele que
faz ‘nova todas as coisas’ (Ap.21,5)
Grupo Operativo de Base
Denomina-se Grupo Operativo de Base os diferentes grupos
que trabalham na dinâmica de JPSC nas diferentes realidades onde estão
inseridos.
Tais grupos se caracterisam pelos seguintes aspectos:
-
Abrangente e ecumênico
(Frades – Leigos – Outras Religiões – Ateus) ;
-
Trabalha a partir da
realidade concreta, palpável ;
-
Parte do ‘local’ para
atingir o ‘universal’;
-
Trabalha em conjunto com
outros grupos e entidades;
-
Trabalha com especialistas
da área;
-
Tem um(a) santo(a) ou outro
como modelo inspirador;
-
Deve constituir-se como
força transformadora.
A unidade e a confirmação deste trabalho se dará por meio
da estrutura da Comissão de Justiça, Paz e Salvaguarda da Criação da Ordem:


CONFERÊNCIA / FEDERAÇÃO COMISSÃO INTERFRANCISCANA
DELEGADO
DA

![]()


DINÂMICA DE TRABALHO

COMISSAO INTERNAC

Visão atual
É muito difícil, para eu, fazer uma real apresentação da
atual situação do trabalho de JPSC na Ordem.
Comecei este serviço somente em Janeiro de 2000. Tempo
muito curto para um relatório objetivo e claro.
O Definitório Geral nomeou-me como Delegado Geral pela JPSC
em setembro de ’98 e no mês seguinte eu já estava em Roma. Dediquei-me a
aprender as línguas italiana e inglesa, fundamentais para desempenhar meu
trabalho; fiz alguns contatos de trabalho com as outras Ordens Franciscanas
(OFM, OFMCap, TOR), com os Promotores de Justiça, Paz e Integração da Criação
(PJPIC) ligados à União dos Superiores Gerais (USG), com Franciscans
International (FI) de Genebra, estudei alguns livros e documentos que se
referem ao meu trabalho e organizei o encontro da Comissão Internacional.
Tive de começar tudo da base, pois eu não havia trabalhado
neste setor anteriormente, tudo era uma novidade para mim. ‘Devagar se vai longe’.
Problemas enfrentados
a.
Mudança de Delegado Geral:
Com a saída do precedente Delegado Geral (1997), o
trabalho de JPSC ficou desarticulado e cada Conferência ou Jurisdição trabalhou
isoladamente.
Isto provocou um certo desestimulo aos que
trabalhavam com JPSC. Tanto assim que no encontro da Comissão Internacional
(Julho 2000) estavam presentes somente cinco dos sete Delegados de Conferência,
sendo três com experiência anterior, neste setor, e dois totalmente novos sem
conhecimento da realidade da sua Conferência.
b.
Descontinuidade de encontros:
No último sexênio a Comissão
Internacional reuniu-se somente duas vezes (1996 e 2000), sendo que pelo
estatuto deve-se reunir uma vez por ano. Espero que este inconveniente seja
superado neste próximo sexênio. Desde já suplico a vós superiores provinciais e
custodiais, aqui reunidos, que nomeiem um Delegado pela JPSC em sua jurisdição,
para que o empenho da Ordem neste setor seja eficaz.
c.
Transferência da sede:
Por razões práticas e de maior mobilidade do Delegado
Geral para desempenhar sua função, o escritório foi transferido do CEFID –
Assis, para a Cúria Geral, em Roma. A decisão foi tomada em fins de Fevereiro
2000 e a transferência efetuou-se em Maio do mesmo ano.
d.
Falta de clareza:
Ainda não está muito claro para a Ordem, nem para nós
Delegados, o que è especificamente o trabalho de Justiça, Paz, Salvaguarda da
Criação e Defesa da Vida Humana. Muitas vezes se confunde com a assistência que
prestamos aos outros, com a caridade que fazemos aos necessitados, com as
promoções que articulamos e com cursos - estudos e retiros que programamos. É
certo que tudo isto é bom, mas devemos agir nas causas que geram os excluidos,
as vítimas do nosso tempo. Mesmo sabendo que ‘a necessidade desconhece lei’
(cf Rnb IX,20). A JPSC ainda não entrou no amago da nossa Ordem.
Conferências e Federações
Algumas considerações a partir dos relatórios dos Delegados
das Conferências e Federações:
AFCOF – Apresenta
grandes dificuldades com distâncias e transportes ;
-
Utilizam a revista ‘Catholic
Messenger’ e escrevem artigos sobre JPSC e Justiça Social ;
-
Ghana apresenta um bom
trabalho neste setor de JPSC (não tenho relatório das outras jurisfdições)
-
Toda a Federação desenvolve
um trabalho de Missão em um ‘certo sentido’ já é trabalho de JPSC
CEC – (Novo
Delegado e não pode apresentar seu relatório)
CFC – (Delegado
ausente, mas a Conferência enviou seu relatório)
-
Muitos frades estão
envolvidos em trabalhos de JPSC;
-
Vários programas estão sendo
levados a bom termo em vários locais dentro e fora da Conferência;
-
Financiam projetos em Países
em desenvolvimento;
-
Os Delegados Provinciais
publicam o informativo ‘Newsletter’, uma vez por ano.
CEO –
Diversidade muito grande com as diferentes línguas e culturas;
-
Pós comunismo e a
globalização capitalista apresenta grandes desafios;
-
Fazem encontros regulares da
Conferência. Neste sexênio fizeram um encontro especial com formandos e
formadores;
-
Utilizam como divulgação
Boletins – Rádio e TV;
-
Em todos os conventos tem
uma ajuda aos pobres e necessitados;
-
Mantém um projeto
franciscano de Educação Ecológica.
CIMP – Trabalhou
ordenadamente sem interrupção;
-
Realizou os encontros
anuais ;
-
Programou encontros
formativos, de estrudo e espiritualidade para os delegados ;
-
Teve presença positiva nos
encontros interfranciscanos.
FAAMC –
(Delegado substituto sem um relatório do titular)
- Não estão
organizados a nível de Federação;
-
Muitos frades, por
iniciativa própria, estão envolvidos em causas de JPSC;
-
Dificuldade muito grande com
línguas, culturas (2 continentes);
FALC – (Delgado
estava ausente, mas enviou seu relatório)
-
Não se encontraram
regularmente;
-
Foi elaborado um projeto a
curto praso (1999-2001), ainda não viabilizado;
-
Várias jurisdições
desempenham trabalhos de JPSC.
Com certeza esta é uma visão muito restrinta do grande
trabalho de JPSC desempenhado pelos nossos frades nas diferentes Jurisdições,
mas é o meu limite neste momento.
Concluindo
- ‘Na sua Conferência, tem algum frade sendo perseguido?’
Perguntei.
- ‘Não’. Responderam.
Fiz esta pergunta aos Delegados das Conferências e
Federações e fiquei preocupado com esta resposta. Num mundo de desigualdades abissais, violências a todos os
níveis, injustiças por todos os lados e agressão generalizada à criação, nós
seguidores de São Francisco vivemos neste meio sem sofrermos perseguição!?
“Lutar contra as injustiças e a cultura da violência, se
torna um imperativo moral.” (CGE,
pg.33)
Grandes são os desafios. Pequenas são nossas forças. O Pai
Seráfico lembrava aos seus irmãos: ‘..as criaturas todas que estão debaixo
do céu, a seu modo, servem e conhecem e obedecem ao seu Criador melhor do que
tu.’ (Adm 5,2).
Tomemos isto como desafio para nós e comecemos a ser ‘construtores
de paz’, neste terceiro milênio, ‘e seremos chamados filhos de Deus’
(cf. Mt.5,9).
ALTÍSSIMO, GLORIOSO DEUS,
ILUMINA AS TREVAS DO MEU
CORAÇÃO,
DÁ-ME UMA FÉ RETA, UMA
ESPERANÇA CERTA
E UMA CARIDADE PERFEITA.
DÁ-ME, SENHOR, SENSO E
CONHECIMENTO
PARA QUE FAÇA O TEU SANTO E
VERAZ MANDATO.
AMÉM.
(Oração diante do Crucifixo - S. Francisco de Assis)
Frei Vasco Cróccoli
Delegedo Geral para Justiça, Paz e Salvaguarda
da Criação
ROMA - Julho - 2000
Con il Concilio Ecumenico Vaticano II, siamo stati chiamati al ‘ritorno alle fonti’. In questo percorso, abbiamo approfondito il Carisma Francescano e ci siamo interrogati sulla nostra identità. Minorità – Fraternità – Conventualità è stata la nostra conclusione. Fu un tuffarsi in noi stessi.
Dopo questa presentazione dell’identità dell’Ordine, rispondendo ai segni dei tempi, ci siamo proiettati nell’impegno sociale, mediante la creazione della Commissione per la Giustizia, Pace e Salvaguardia del Creato (Assisi – 89) e si proiettò di fronte alle sfide del terzo millennio (Messico - 92) rispondendo cosi al ‘grido degli oppressi’.
“Noi vogliamo essere nel mondo ‘veri operatori di pace’ (Mt.5,9) e vogliamo camminare accanto ai ‘perseguitati a causa della giustizia” (Mt.5,10) (Capitolo Generale Straordinario – Messico ’92, (CGS)-p.27)
La Commissione di Giustizia, Pace e Salvaguardia del Creato e difesa della Vita Umana (JPSC) si pone giustamente in questo atteggiamento sociale dell’Ordine. (cf. (CGS, Introduzione).
Un’area vasta, conflittuale e di grande sfida, che richiede impegno personale dei singoli frati e strutturale di tutto l’Ordine. (cf. CGS, 4.2)
In questo incerto
momento della globalizzazione dove si riduce il numero dei ‘ricchi ogni volta
più ricchi’ e si amplia il numero dei ‘poveri ogni volta più poveri’ (Giovanni
Paolo II) la Commissione Internazionale (un delegato d’ogni Conferenza / Federazione)
di JPSC radunata nel CEFID – Assisi del 02-08.07.2000, ha cercato di trovare
una definizione:
“JPSC: è la convinzione e l’azione, personale e collettiva, di noi francescani conventuali, per trasformarci in strumento di pace attuando nella società un equo vivere e convivere come figli di Dio in fraternità con il Creato”.
“..il frate minore condivide nella solidarietà le angosce e le speranze del popolo” e partecipa “alla trasformazione della cultura del tempo” (CGS, 3.2.3 e 4.1)
Questa è una definizione provvisoria, dobbiamo studiarla, approfondirla e modificarla, ma in questo momento è con questa definizione che lavoreremo.
La Commissione Internazionale ha cercato di trovare un punto convergente per il lavoro della JPSC a lungo termine (2009) e ci siamo messi in questa direzione:
“Servizio ai poveri, fatto come atto di giustizia che non crei dipendenza”.
Dobbiamo avere chiaro “che i poveri diventino i veri soggetti della loro storia e i protagonisti della loro liberazione” (CGS, 4.4.2-b).
Per attuare questo ci siamo proposti:
In questa maniera
potremo rispondere agli appelli più urgenti ed emergenti in ogni luogo dove si
trovano i nostri frati, facendo sì che la realtà locale e globale sì avvicini
al Regno di Dio con fede viva in Colui che ha fatto ‘nuove tutte le cose’
(Ap.21,5)
Si chiamano Gruppo Operativo di Base i diversi gruppi che lavorano nella dinamica di JPSC nelle diverse realtà dove sono inseriti.
Questi gruppi hanno caratteristiche proprie:
- Coinvolgenti ed Ecumeniche (frati – laici – altre religioni – atei);
- Lavorano a partire dalla realtà concreta;
- Partono dal ‘particolare all’universale’;
- Lavorano congiuntamente con gli altri gruppi ed entità;
- Si fanno aiutare dagli specialisti della zona;
- Hanno un santo o altra persona come modello ispiratore;
- Si costituiscono come forza trasformante.
L’unità e la conferma di questo lavoro si concretizza nella struttura della Commissione de JPSC

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DINAMICA DI
LAVORO

COMISSAO INTERNAC
È molto difficile, per me, fare una reale e precisa presentazione dell’attuale situazione del lavoro di JPSC nell’Ordine oggi.
Ho incominciato questo servizio soltanto nel Gennaio del 2000. Tempo troppo breve per fare una relazione chiara e oggettiva.
È vero che il Definitorio Generale mi ha nominato come Delegato Generale per JPSC nel Settembre del 1998 e nel mese successivo io ero già a Roma. Ho dedicato il tempo per imparare le lingue Italiana e Inglese, necessarie per sviluppare il mio lavoro. Ho avuto qualche contatto di lavoro con altri francescani (OFM, OFMCap, TOR), con i Promotori de Giustizia, Pace e Integrazione del Creato (PJPIC) dell’Unione dei Superiori Generali (USG / UISG), con Franciscans International (FI) di Ginevra, ho studiato qualche libro e documento riguardante JPSC e ho organizzato l’incontro della Commissione Internazionale.
Ho dovuto incominciare tutto da capo, poiché io non avevo lavorato in questo settore precedentemente, tutto è stato una novità per me. ‘Pian piano si va lontano’
Con l’uscita del precedente Delegato Generale per JPSC (1997), il lavoro di JPSC è rimasto disarticolato. Ogni Conferenza o Giurisdizione ha lavorato isolatamente. Questo non ha stimolato i frati che lavoravano con JPSC. Tanto è vero che nel raduno della Commissione Internazionale (Luglio – 2000) erano presenti soltanto cinque dei sette Delegati delle Conferenze. Di questi, tre avevano esperienza precedente, come Delegati, due erano totalmente nuovi e non conoscevano la realtà della loro Conferenza.
Nell’ultimo sessennio la Commissione Internazionale si è radunata
soltanto due volte (1996 e 2000). Di per sè dovrebbe radunarsi una volta
l’anno. Spero di superare questo ostacolo nel prossimo sessennio. Colgo
l’occasione per chiedere a voi provinciali e custodi, qui presenti, che vengano
nominati i Delegati per JPSC in ogni Giurisdizione, così l’impegno dell’Ordine
torna ad essere efficace.
Per ragioni pratiche e per una maggiore mobilità del Delegato Generale, nel disimpegno delle sue funzioni, l’ufficio di JPSC è stato trasferito dal CEFID – Assisi, dove stava, alla Curia Generalizia – Roma. La decisione è stata presa alla fine di Febbraio 2000 e il trasferimento è stato effettuato in Maggio dello stesso anno.
Ancora non è chiaro per l’Ordine e neanche per noi Delegati, cos’è specificamente il lavoro di Giustizia, Pace, Salvaguardia del Creato e Difesa della Vita Umana. Parecchie volte si confonde con l’assistenza che prestiamo agli altri, con la carità che facciamo ai bisognosi, con le programmazioni che organizziamo e con corsi – studi e ritiri che pianifichiamo. Certo tutto questo è buono, ma dobbiamo agire sulle cause che generano gli esclusi, le vittime del nostro tempo. Anche se consapevoli che ‘la necessità non conosce legge’ (cf Rnb IX,20). La JPSC ancora non è entrata nella coscienza del nostro Ordine.
Qualche considerazione
a partire dalle relazioni dei Delegati della Conferenze e Federazioni:
AFCOF – Presenta grandi difficoltà con la questione dello spostamento in Africa;
- Fanno un buon uso della rivista ‘Catholic Messenger’ con articoli su JPSC e giustizia sociale;
- In Ghana fanno un buon lavoro di JPSC (non ho le relazioni delle altre giurisdizioni);
- Tutta la Federazione svolge un lavoro di Missione, in ‘una certa maniera’ possiamo dire che questo è anche lavoro di JPSC.
CEC – (Nuovo delegato. Non ha presentato nessuna relazione)
CEO – Diversità molto grande fra lingue e culture;
- Il post comunismo e la globalizzazione capitalista presentano immense sfide;
- Fanno incontri regolari della Conferenza. Anche con gli studenti e i formatori;
- Fanno uso per divulgazione e formazione dei Bollettini – Radio – TV;
- In tutti i conventi danno un aiuto ai bisognosi;
- Mantengono un progetto francescano d’Educazione Ecologica.
CFC – (Il Delegato era assente, ma la Conferenza ha inviato ugualmente la relazione)
- Parecchi frati sono coinvolti in lavori di JPSC;
- Molti programmi sono stati portati a termine in diversi luoghi della Conferenza;
- I progetti sono finanziati dalla Conferenza, anche nei paesi in via di sviluppo;
- I Delegati Provinciali hanno una pubblicazione annuale ‘Newsletter’.
CIMP – Ha lavorato ordinatamente e senza interruzione;
- Realizzano ogni anno l’incontro con i delegati;
- Programmano incontri formativi – di studio e di spiritualità;
- Hanno una presenza positiva nella Commissione Interfrancescana.
FAAMC – (Delegato sostituto senza la relazione del suo titolare)
- Non sono organizzati a livello di Federazione;
- Molti frati, per loro iniziativa, sono coinvolti nella JPSC;
- Difficoltà molto grandi con le lingue e culture (Sono due continenti).
FALC – (Il Delegato era assente, ma ha inviato la sua relazione)
- Non hanno fatto i raduni regolarmente;
- Hanno elaborato un progetto a breve scadenza (1999 – 2001) ma non è stato avviato;
- Alcune Giurisdizioni svolgono lavori di JPSC.
Certamente questa è
una visione molto ristretta del lavoro svolto dai nostri frati e dalle
Giurisdizioni nel mondo, ma è il mio limite in questo momento.
- ‘C’è qualche frate dalla sua Conferenza che soffre persecuzione?’ Ho domandato.
-
‘No’. È stata la risposta.
Ho fatto questa
domanda ai delegati delle Conferenze e Federazioni la risposta mi ha
preoccupato. In questo mondo di disuguaglianze abissali, violenze a tutti i
livelli, ingiustizie dappertutto e aggressione generalizzata al creato, noi
seguaci di San Francesco viviamo in questa realtà e non soffriamo
persecuzione!?
“..il lottare contro le
ingiustizie e le culture della violenza, diventa un imperativo morale”
(CGS, p.33)
Grandi sono le sfide. Piccole sono le nostre forze. Il Padre Serafico ricorda ai suoi fratelli: ‘..tutte le creature che stano sotto il cielo, a loro modo, servono e conoscono e obbediscono al loro Creatore meglio di te’. (Adm.5,2)
Prendiamo questo come sfida per incominciare ad essere ‘costruttori di pace’, in questo terzo millennio, ‘e saremo chiamati figli di Dio’ (cf. Mt.5,9).
O ALTO E GLORIOSO DIO,
ILLUMINA IL CUORE MIO.
DAME FEDE DIRICTA,
SPERANZA CERTA,
CARITÀ PERFETTA,
HUMILTÀ PROFONDA,
SENNO E COGNOSCEMENTO
CHE IO SIRVI LI TOI
COMANDAMENTI.
AMEN.
(Preghiera davanti al Crocifisso – S. Francesco - FF,182)
Fr. Vasco Cróccoli
Delegato Generale per Giustizia, Pace e Salvaguardia del creato
ROMA Luglio
2000
Y
SALVAGUARDA DE LA CREACIÓN
Introducción
Con el
Concílio Ecuménico Vaticano II, fuimos llamados a «volver a las
fuentes». En este recorrido, hemos profundizado el carisma franciscano y nos
preguntamos por nuestra propia identidad. Minoridad, Fraternidad y Conventualidad
fue nuestra conclusión. Fue un sumergirse en nosotros mismos.
Después de esta identificación, la Orden,
respondiendo a los signos de los tiempos, se proyectó hacia el compromiso
social, mediante la creación de la Comisión de Justicia, Paz y Salvaguarda de
la Creación (Asís ’89) y se lanzó de frente a los desafíos del tercer milenio
(Méjico ’92) respondiendo así al «grito de los oprimidos».
«Nosotros queremos ser en el mundo
"verdaderos constructores de paz" (Mt. 5,9) y queremos caminar
junto a los "perseguidos a causa de la justicia" (Mt. 5,10)»
(Capítulo General Extraordinario - Méjico ’92 - (CGE), cf. pp. 27-29)
La Comisión de Justicia, Paz y Salvaguarda de
la Creación y Defensa de la Vida Humana se ubica justamente en ésta perspectiva
social de la Orden (cf. CGE, p. 5).
Una área vasta, conflictiva y desafiante, que
exige el compromiso personal de cada fraile y estructural de toda la Orden (cf.
CGE, 4.2).
La
Comisión JPSC
En este momento incierto de la globalización,
donde se reduce el número de los «ricos cada vez más ricos» y se amplía
el número de los «pobres cada vez más pobres» (Juan Pablo II), la
Comisión Internacional (un delegado de cada Conferencia/Federación) de JPSC
reunida en el CEFID - Asís del 02-08.07.2000, intentó encontrar una definición:
«JPSC: es la convicción y la
acción, personal y colectiva, de nosotros franciscanos conventuales para
transformarnos en instrumentos de paz actuando en la sociedad para una ecua
vivencia y convivencia como hijos de Dios en fraternidad con la Creación»
«El fraile menor comparte en solidaridad
las angustias y esperanzas del pueblo» (CGE, 3.2.3.) y participa «en la
transformación de la cultura de la época»
(CGE, 4.1)
Ésta
es una definición provisoria, necesita ser estudiada, profundizada y
modificada, pero por el momento es con ésta definición que trabajaremos.
La Comisión Internaciónal intentó también
encontrar un punto de convergencia para el trabajo de JPSC a largo plazo (2009)
y nos colocamos en la siguiente dirección:
«Servicio a los pobres, hecho como acto de
justicia, que no cree dependencia».
Debemos tener claro «que los pobres sean
los verdaderos sujetos de su historia y los protagonistas de su liberación»
(CGE, 4.4.2b)
Para lograr esto nos proponemos:
a.
Utilizar
todos los medios que están a nuestro alcance, sea «ad intra» que «ad extra» de
la Orden.
b.
Crear
«Grupos Operativos de Base».
De esta manera podremos responder a los
desafíos más urgentes y emergentes de cada lugar donde se encuentran nuestros
frailes, haciendo que la realidad local y global se aproxime al Reino de Dios
con fe viva en Aquel que hace «nuevas todas las cosas» (Ap. 21,5)
Grupo
Operativo de Base
Se
denomina Grupo Operativo de Base los diferentes grupos que trabajan en la dinámica
de JPSC, en las distintas realidades donde están insertos.
Estos grupos se caracterizan por los
siguientes aspectos:
·
Comprometido
y ecuménico (frailes - laicos - otras religiones - ateos);
·
Trabaja
a partir de realidades concretas, palpables;
·
Parten
del «particular» para llegar al «universal»;
·
Trabaja
en conjunto con otros grupos y entidades;
·
Trabaja
con los especialistas del lugar;
·
Tienen
un/a santo/a u otra persona como modelo inspirador;
·
Se
constituye como fuerza transformadora.
La unidad y la confirmación de este trabajo
se realizará a través de la estructura de la Comisión de Justicia, Paz y
Salvaguarda de la Creación de la Orden.

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DINÁMICA DE TRABAJO

COMISSAO
INTERNAC

Visión
actual
Es muy difícil, para mí, hacer una real presentación
de la situación actual del trabajo de JPSC en la Orden hoy.
Comencé este servicio recién en enero del
2000. Tiempo muy corto para una relación clara y objetiva.
Es cierto
que el Definitorio General me nombró como Delegado General para la JPSC en
setiembre del ’98 y al mes siguiente yo ya estaba en Roma. Me dediqué a
aprender las lenguas italiana e inglesa, fundamentales para desarrollar mi
trabajo. Hice algunos contactos de trabajo con las otras Ordenes Franciscanas
(OFM, OFM Cap., TOR), con los Promotores de Justicia, Paz e Integración de la
Creación (PJPIC) de la Unión de los Superiores Generales (USG), con Franciscans
International (FI) de Ginebra, estudié algunos libros y documentos que se
refieren a mi trabajo y organicé el encuentro de la Comisión Internacional.
Tuve que comenzar todo desde la base, porque
antes yo no había trabajado en éste sector, todo era una novedad para mí. ‘Poco
a poco se llega lejos’.
Problemas
afrontados
a.
Cambio
del Delegado General:
Con la salida del anterior
Delegado General (1997), el trabajo de
JPSC quedó desarticulado y cada Conferencia o Jurisdicción trabajó
aisladamente.
Esto provocó una falta de
estimulación a quienes trabajaban con JPSC. Tanto es así que en el encuentro de
la Comisión Internacional (julio del 2000) estuvieron presentes sólo cinco de
los siete Delegados de las Conferencias; de los cuales tres tenían experiencia
precedente en el sector, y dos eran totalmente nuevos, sin conocimiento de la
realidad de su Conferencia.
b.
Discontinuidad
de los encuentros:
En el último sexenio, la
Comisión Internacional se reunió sólo dos veces ( 1996 y 2000), siendo que
según los estatutos debería reunirse
una vez al año. Espero que éste inconveniente sea superado en el próximo
sexenio. Desde ya ruego a ustedes provinciales y custodios, aquí reunidos, que
nombren un Delegado para la JPSC en su propia Jurisdicción, para que el
compromiso de la Orden en este sector sea eficáz.
c.
Cambio
de la oficina:
Por razones prácticas y de mayor
movilización del Delegado General para desarrollar su función, la oficina fue
transferida del CEFID - Asís, donde funcionaba, a la Curia General - Roma. La
decisión fue tomada a fines de febrero del 2000 y el cambio se efectuó en mayo
del mismo año.
d.
Falta
de claridad:
Todavía no está claro para la
Orden y tampoco para nosotros Delegados cuál es específicamente el trabajo de
Justicia, Paz, Salvaguarda de la Creación y Defensa de la Vida Humana. Muchas
veces se confunde con la asistencia que damos a los otros, con la caridad que
hacemos a los necesitados, con las programaciones que elaboramos y con los
cursos - estudios y retiros que programamos. Ciertamente que ésto es bueno,
pero debemos actuar sobre las causas que generan los excluidos, las víctimas de
nuestro tiempo. También sabiendo que «la necesidad no tiene
ley» (Rnb IX,
16). La JPSC todavía no ha calado en la conciencia de nuestra Orden.
Conferencias
y Federaciones
Algunas
consideraciones a partir de las relaciones de los Delegados de las Conferencias
y Federaciones:
AFCOF:
·
Presenta
grandes dificultades con las distancias y los transportes.
·
Utilizan
la revista ‘Catholic Messenger’ y escriben artículos sobre JPSC y justicia
social;
·
Ghana
hace un buen trabajo en el sector de JPSC; (no tengo las relaciones de las
otras Jurisdicciones);
·
Toda
la Federación desarrolla un trabajo de Misión, y en cierto «sentido» ésto ya es
un trabajo de JPSC.
CEC: (Delegado
nuevo, no puede presentar una relación)
CEO:
·
Mucha
diversidad con las lenguas y culturas:
·
Después
del comunismo y la globalización capitalista encuentra grandes desafíos;
·
Tienen
encuentros regulares en la Conferencia. En éste sexenio realizaron un encuentro
con formandos y formadores;
·
Utilizan
como divulgación Boletines, Radio y TV.
·
En
todos los conventos tienen una ayuda a los pobres y necesitados;
·
Mantienen
un proyecto franciscano de Educación Ecológica.
CFC:
·
(Delegado
ausente, pero la Conferencia envió su relación)
·
Muchos
frailes están comprometidos en trabajos de JPSC;
·
Varios
programas se están llevando a buen término en distintos lugares, dentro y fuera
de la Conferencia;
·
Financian
proyectos en Países en desarrollo;
·
Los
Delegados Provinciales publican «Newsletter» una vez al año.
CIMP:
·
Trabajó
ordenadamente sin interrupción;
·
Realizó
los encuentros anuales;
·
Programó
encuentros formativos, de estudio y espiritualidad para los delegados;
·
Tuvo
una presencia positiva en los encuentros interfranciscanos.
FAAMC:
·
(Delegado
sustituto, sin una relación del titular);
·
No
están organizados a nivel de Federación;
·
Muchos
frailes, por propia iniciativa, están implicados en causas de JPSC;
·
Tienen
muchas dificultades con la diversidad de lenguas y culturas (abarca 2
continentes).
FALC:
·
(Delegado
ausente, pero envió su relación);
·
No
se encuentran regularmente;
·
Fue
elaborado un proyecto a corto plazo (1999-2001), todavía no encaminado;
·
Varias
jurisdicciones desarrollan trabajos de JPSC.
Ciertamente
ésta es una visión muy restringida de todo el trabajo de JPSC que desarrollan
nuestros frailes y Jurisdicciones, pero es mi límite en éste momento.
Conclusión
·
Pregunté:
«¿En tu Conferencia, tien algún fraile que es perseguido?»
·
Me
respondieron: «No».
Hice ésta pregunta a los Delegados de las Conferencias
y Federaciones y quedé preocupado por la respuesta. En un mundo de
desigualdades abismales, violencia a todos los niveles, injusticias por todos
lados y agresión generalizada a la creación, ¿nosotros, seguidores de San
Francisco, vivimos en ésta realidad sin sufrir persecusión?
«Luchar contra las injusticias y las
culturas de la violencia, se convierte en un imperativo moral» (CGE, p.
25).
Los desafíos son grandes. Pequeñas son
nuestras fuerzas. El Seráfico Padre recordaba a sus hermanos: «Y todas las
criaturas que están bajo el cielo sirven, conocen y obedecen, a su modo, a su
Creador mejor que tú» (Adm 5,2).
Tomemos ésto como desafío para nosotros y
comencemos a ser «constructores de paz», en este tercer milenio, «y
seremos llamados hijos de Dios (cf. Mt. 5,9).
¡OH
ALTO Y GLORIOSO DIOS!,
ILUMINA
LAS TINIEBLAS DE MI CORAZÓN
Y
DAME FE RECTA,
ESPERANZA CIERTA Y CARIDAD PERFECTA,
SENTIDO
Y CONOCIMIENTO,
PARA
QUE CUMPLA
TU
SANTO Y VERAZ MANDAMIENTO.
AMÉN.
(Oración ante el crucifijo de San Damián - S.
Francisco)
Delegado General para Justicia, Paz y
Salvaguarda de la Creación
ROMA, Julio 2000
Justice, Peace and
Safeguarding of Creation Commission
Introduction
With the Second Vatican Council, we were called
to "return to our sources". During this time, we deepened our
understanding of the Franciscan Charism and we asked ourselves about our
identity. Minority - Fraternity - Conventuality were three themes which
encapsulated our conclusions. It was a
profound self-searching.
Having come to understand better the Identity of the Order and responding to the signs of the times, we engaged in social commitment, by creating the Commission for Justice, Peace and Safeguarding of Creation (Assisi - 89). Later we responded to the challenges of the third millennium with our documents (Mexico - 92) which address the “cry of the oppressed”
"We wish to be 'true peacemakers' in
the world (Mt. 5,9) and we wish to walk alongside those who are
‘persecuted for the sake of justice" (Mt. 5,10) (Extraordinary General
Chapter - Mexico '92, - EGC - p. 27)
The Commission for Justice, Peace and Safeguarding
of Creation and the Defense of Human Life (JPSC) aligns itself with this stance of social responsibility of the
Order. (cf. EGC - Introduction).
This broad focus, with it is conflicts and
challenges demands a personal commitment from each friar and from within each
structure of the whole Order. (cf. EGC, 4.2)
The JPSC Commission
In these uncertain times of globalization when
there is an ever decreasing minority of "rich becoming richer"
resulting in a ever increasing number of "poor becoming poorer"
(John Paul II), the International Commission of JPSC met at the CEFID - Assisi
from 02-08.07.2000.
At this gathering we came to define our task in
the following way:
"JPSC: seeks to foster both the
conviction and the corresponding activity, personal and collective, of us
conventual franciscans to transform ourselves into instruments of peace in our
society, living in mutual respect and living together as children of God in
fraternity with Creation".
"A friar minor shares in solidarity the
hopes and suffering of the people" and participates "in the
transformation of the culture of the times" (EGC, 3.2.3. And 4.1)
This is a tentative definition, which we must
study, develop, and if need be modify. At
this point, however, we are working with this definition.
The International Commission of JPSC sought to
establish a long term (2009 - 9 years) focus and goal and settled on the following:
"We will serve the poor, without making them dependent on constant help.”
We must keep clear in mind: "that the
poor become real subjects of their history and the protagonists of their
liberation" (EGC, 4.4.2-b).
To achieve this goal, we are proposing to:
a)
Use
all the means in our power, both "ad intra" and "ad extra"
of the Order.
b)
Create
"Base Working Groups"
In this way we can respond to the more urgent
appeals and emergencies in each place where our friars are. We can bring the
local and global situations closer to the Kingdom of God, with a living faith
in him Who makes "all things new" (Rv. 21,5)
Base Working
Groups
“Base Working Groups” will be various groups
that will apply the vision and dynamics of the goals of JPSC in the diverse
situations in which they exist.
These Groups will have the following characteristics:
-
All
embracing and ecumenical (friars - lay people - other religions - atheists);
-
Working on concrete issues and in concrete
situations;
-
Starting
from particular going to universal;
-
Collaborating
with other groups and entities;
-
Asking
the assistance of specialists of the locality;
-
Having
some saint or some other significant person as a model/inspiration;
-
Empowered
to effect real change.
These Base Working Groups will be the essential
elements in our Order through which the
goals of the JPSC Commission will beacomplished. They will be the JPSC in
action.


CONFERENCE / FEDERATION DELEGATE INTERFRANCISCAN COMMISSION

![]()


DYNAMIC

COMISSAO INTERNAC

WOR
![]()


![]()
Actual vision
It is very difficult for me, to make an
accurate presentation of the existing
situation of the efforts of JPSC in the Order today.
I entered this office in the month of January
2000; a year is too short a time to be able to give a clear and comprehensive
report.
It is true that the General Definitory
nominated me as General Delegate for JPSC in September of 1998 and the
following month, I was already in Rome. I dedicated this time to learning Italian and English, which were necessary in
my work. I was able to have some working contact with other Franciscans (OFM,
OFMCap, TOR), with the Promoters of Justice, Peace and Integrity of Creation
(PJPIC) of the Union of General Superiors (USG/UISG) and with Franciscans
International (FI) of Geneva. I studied
some books and documents regarding JPSC and I organized the meeting of the
International Commission.
I needed to start fresh, since I had not worked
in this sector previously. Everything
was new for me. ‘A long journey begins with the first step’.
Problems faced:
a)
The
change of General Delegate:
In the lapse of time between the
departure of the former General Delegate for JPSC (1997) and the beginning of
my work in January 2000, the work of JPSC was left somewhat unattended. Each Conference or Jurisdiction worked
separately and isolated from the others, a situation which made it difficult
for the friars who are working with JPSC. In all truth, at the meeting of the
International Commission (July 2000) only five of the seven Delegates of the
Conferences were present. Of these, three had previous experience as Delegates;
two were new and were not familiar with the reality of their Conference.
b)
Disconnectedness
of the meetings:
In the past six year term the
International Commission met only twice (1996 and 2000). Really it should meet
once a year. I hope to overcome this
obstacle in the next six years. I am taking the opportunity to ask the
provincials and custodies, here present, to nominate Delegates for JPSC in your
Jurisdiction. In this way the Order's
commitment and aspirations will be more effective.
c)
Transfer
of office:
To allow
for greater accessibility and mobility of the General Delegate, the office of
JPSC was transferred from CEFID – Assisi, to the General Curia – Rome. The
decision was taken at the end of February 2000 and the transfer was carried out
in May of this year.
d)
Lack
of clarity:
The scope of the Commission of
Justice, Peace and Safeguarding of Creation and Defense of Human Life is not
yet sufficiently clear to the Order and to the Delegates. It is often confused
with the assistance we offer others, with the charity we give those in need,
with the programs that we organize and, sometimes, with the studies and
retreats that we plan. Certainly, all these are good, but more importantly, we
must address the root causes of alienation and victimization; St. Francis reminds
us that "necessity does not know the law" (cf RnB IX, 20). The
values of JPSC have not yet fully penetrated the knowledge and awareness of the
Order.
The following are some concerns expressed in
the report of the Delegates of the Conferences and Federations.
AFCOF - presented great difficulty on the question
of moving around in Africa;
-
They
are making good use of the ‘Catholic Messenger’ magazine with articles on JPSC
and social justice;
-
In
Ghana the JPSC is working well;
(I
do not have the reports from the other jurisdictions);
-
All
the members of the Federation do missionary work. In a way we can say that this
is also the concern of the JPSC.
CEC - (New Delegate. Did not present any report)
CEO - Great diversity in language and culture;
-
Post
communism and capitalist globalization present immense challenges.
-
They
have regular meetings in the Conference. They met with the students and
formation directors about JPSC;
-
Are
use of bulletins - radio - TV for dissemination and formation.
-
In all
the convents they give help is given to those in need.
-
They
maintain a franciscan project on ecological education.
CFC - (The Delegate was absent, but the Conference
however sent their reports)
-
A
number of friars are involved in JPSC work.
-
Many
programs were brought within the Conference.
-
The
projects were financed by the Conference, in the developing countries.
-
The
provincial delegate publishes an annual "Newsletter".
CIMP – Continued to function normally without
interruption;
-
Had a
meeting every year with the Delegates.
-
Holds
information and training sessions – with study and spirituality;
-
Has a
positive presence in the inter-franciscan commission.
FAAMC - (Substitute attended without the report of
the Delegate)
-
They
are not organized on the level of the Federation.
-
Many
friars, on their own initiative, are involved in JPSC.
-
There
is much difficulty posed by differences in language and culture (being from two
continents).
FALC - (The Delegate was absent, but did send his
report)
-
They
were not able to have regular meetings.
-
They
had discussed a short term project (1999-2001), but did not follow through with
it.
-
Some
Jurisdictions do JPSC work.
Certainly this is a very limited vision of the
work our friars are undertaking and of the Jurisdictions throughout the world;
but it what I have to work with now.
Conclusion
-
I
enquired: “Is there a friar in your
Conference who suffers persecution?”
-
"No
one!" Was the answer.
I put this question to the Delegates of the
Conferences and Federations. Their answer
gave me reason for concern. In this world of great inequality, violence
at all levels, injustice for all levels and an attitude of aggression towards
creation, we followers of St. Francis are living in this reality and not one is
suffer persecution!?
"…the struggle
against injustices and cultures of violence, becomes a moral imperative"
(CGE, p.33)
Great are the challenges. Little are our
forces. The Seraphic Father reminds his brothers: "all creatures under heaven, in their own way, serves and knows,
and obeys their creator better than you" (Adm. 5,2)
Let us take this as a challenge to begin to be
"workers for peace", in this third millennium, " and
we will called children of God" (cf. Mt. 5.9).
“MOST HIGH AND GLORIOUS GOD,
ENLIGHTEN
THE DARKNESS OF MY HEART.
GIVE ME RIGHT FAITH,
CERTAIN HOPE,
PERFECT CHARITY,
PROFOUND HUMILITY,
SENSE AND KNOWLEDGE
THAT I MAY DO YOUR MOST HOLY WILL.
AMEN.”
(Prayer in front of the crucifix – St. Francis)
Fr. Vasco Cróccoli.
General Delegate for Justice, Peace and Safeguarding of Creation.
Rome July
2000.
Sobór Watykański II wezwał nas
byśmy powracali „do źródeł”. W duchu pełniejszego
przeżycia charyzmatu franciszkańskiego Zakon nasz po wielekroć
zastanawiał się nad swoją tożsamością. Wynikiem
tego procesu jest rosnąca świadomość naszego powołania
do Mniejszości – Braterstwa – Konwentualności. Było to
swoistym zanurzeniem się w nas samych.
Następnie odpowiadając na znaki
czasu, zaangażowaliśmy się na polu socjalnym, przez
powołanie Komisji ds. Sprawiedliwości, Pokoju i Ochrony
Środowiska (Asyż – 1989). Pragnęliśmy stawić
czoła wyzwaniom Trzeciego Tysiąclecia (Meksyk 1992) poprzez
próbę dania odpowiedzi na „wołanie pokrzywdzonych” : „Chcemy
być w świecie ‘prawdziwymi twórcami pokoju’ (Mt 5,9) oraz
kroczyć u boku ‘ofiar niesprawiedliwości’ (Mt
5,10),[Kapituła Generalna w Meksyku,1992, CGS, p.27]
Komisja ds. Sprawiedliwości, Pokoju,
Ochrony Środowiska oraz Obrony Życia Ludzkiego (JPSG) pragnie
znaleźć swoje miejsce w tak pojętym stanowisku Zakonu (zob. CGS
4,2). Istnieje tu ogromne pole do działania, które jest zarazem
konfliktowe i wyzywające. Wymaga ono osobistego zaangażowania
się poszczególnych braci oraz struktur Zakonu.
Komisja
JPSC
W tych trudnych czasach globalizacji
świata, gdy się zacieśnia liczba „bogatych, którzy są
wciąż bogatsi”, a jednocześnie powiększa się
liczba „biednych, coraz biedniejszych” (Jan Paweł II),
Międzynarodowa Komisja JPSC (jeden delegat z każdej
Konferencji/Federacji), na zebraniu w Asyżu (2 – 8 sierpień 2000)
pragnęła wyrazić zakres swego działania w swego rodzaju
definicji:
„JPSC: to przekonanie i
działanie - osobiste i wspólnotowe, franciszkanów konwentualnych, do
stawania się narzędziami pokoju, poprzez wprowadzanie w życie
całej społeczności zasad życia w równości i w
braterstwie ze Stworzeniem, jako dzieci Boga”.
„... brat mniejszy uczestniczy solidarnie w problemach i nadziejach ludu”
oraz bierze udział, w kształtowaniu się kultury” (CGS 3.2.3;
4.1).
Definicja
ta jest prowizoryczna i wymaga głębszego studium oraz ewentualnej
korekty. Tymczasem jednak będzie ona naszą wytyczną.
Międzynarodowa Komisja starała
się wyznaczyć rodzaj działań JPSC na okres do 2009, i
proponuje następujący kierunek:
„Służba
biednym jako akt sprawiedliwości przy jednoczesnej eliminacji stanu
uzależnienia”.
Musimy zdać sobie sprawę,
że „biedni powinni stać się podmiotami własnej historii
oraz twórcami własnego wyzwolenia” (CGS 4.4.2-b).
Aby uczynić to możliwym,
postanowiliśmy:
a)
Użyć
wszelkich możliwych dostępnych środków w naszym Zakonie, tak „ad
intra”, jak „ad extra”;
b)
Stworzyć
„Podstawowe Grupy Operacyjne”.
W ten
sposób będziemy w stanie odpowiedzieć na najbardziej pilne apele
dochodzące do nas z placówek, gdzie pracują nasi bracia. Będzie
to okazją do zbliżenia każdej rzeczywistości, lokalnej i
globalnej, do Królestwa Bożego z żywą wiarą w Tego, który
uczynił „nowe wszystkie rzeczy”
(Ap 21,5).
Podstawowe
Grupy Operacyjne
Są to grupy posiadające
dynamikę JPSC i działające w licznych realiach. Posiadają
one następujące cechy charakterystyczne:
-
Są
angażujące i ekumeniczne (bracia, świeccy, inne religie,
ateiści)
-
Rozpoczynają
swą działalność na bazie konkretnej rzeczywistości
-
Punktem ich
wyjścia jest „konkretność” a docelowym „uniwersalność”
-
Współpracują
z innymi grupami i organizacjami
-
Akceptują
fachowość lokalnych specjalistów
-
Posiadają
Świętego Patrona jako ich duchowego kierownika
-
Stanowią
twórczą energię zdolną przekształcać.
Aktualność i potwierdzenie tej działalności znajduje
swój wyraz w strukturach Komisji JPSC.

![]()


DYNAMIKA
PRACY

COMISSAO
Nie łatwo
jest mi w sposób zadawalający ukazać realną
działalność JPSC w Zakonie dzisiaj. Urząd mój
objąłem dopiero w styczniu 2000 roku. Jest to stanowczo zbyt krótki
czas na przedstawienie klarownego i obiektywnego sprawozdania.
Chociaż
Definitorium Generalne nominowało mnie na ten urząd już we
wrześniu 1998 roku, i w październiku przybyłem do Rzymu, to
jednak cały ten czas poświęciłem na naukę języków
niezbędnych do spełniania mej funcji – włoskiego i angielskiego.
W międzyczasie nawiązywałem kontakty z przedstawicielami OFM,
OFMCap, TOR oraz z Promotorami Sprawiedliwości, Pokoju i Ochrony
Środowiska (USG/UISG), oraz z Franciscans International (FI) w Genewie.
Sporo czasu poświęciłem na studium dokumentów dotyczących
JPSC i zorganizowałem spotkanie Komisji Międzynarodowej.
Praktycznie nie
mając w przeszłości do czynienia z podobną
działalnością, musiałem rozpoczynać od zera – wszystko
okazało się dla mnie „novum” („Powoli, a daleko zajdziesz”).
a)
Zmiany personalne: po opuszczeniu
urzędu przez poprzedniego Delegata (1997), działalność JPSC
praktycznie przestała być koordynowana. Każda juryzdykcja
pracowała na „własną rękę”. To stało się
wręcz zniechęcającym dla braci pracujących w JPSC. Na
przykład w spotkaniu Komisji Międzynarodowej (lipiec 2000)
wzięło udział jedynie pięciu z siedmiu Delegatów Konferencji.
Z tym jedynie trzej posiadali doświadczenie uprzednio
działalności Komisji, dwaj pozostali będąc nowymi
Delegatami, nie mieli pojęcia o sytuacji we własnej Konferencji.
b)
Brak regularnych spotkań: W ostatnim
sześcioleciu Komisja Międzynarodowa spotkała się jedynie
dwa razy (1996, 2000). Z zasady powinna ona spotykać się raz w roku.
Mam nadzieję, że uda mi się przezwyciężyć tę
trudność w następnym sześcioleciu. Zwracam się
więc z prośbą do ministrów prowincjalnych i kustoszów tu
obecnych, o wytypowanie i nominację Delegatów JPSC w każdej
juryzdykcji, by w ten sposób umożliwić pełne zaangażowanie
się Zakonu.
c)
Zmiana rezydencji Delegata: Z powodów praktycznych
oraz w celu stworzenia lepszych możliwości komunikacyjnych dla
Delegata Generalnego, decyzją z lutego 2000, urząd jego został
przeniesiony z Asyżu do Kurii Generalnej.
d)
Brak jasności: Muszę
stwierdzić, że tak dla nas Delegatów, jak i dla ogółu braci w
Zakonie, nie jest jeszcze jasne na czym powinna polegać
działalność na rzecz Sprawiedliwości, Pokoju, Ochrony
Środowiska i Obrony Życia ludzkiego. Często jest ona mylona z
charytatywną pomocą innym oraz studium i kursami, które się
organizuje. Z pewnością wszystko to jest dobre i pożyteczne,
należy jednak zwrócić baczniejszą uwagę na racje i powody, które doprowadzają do tego, że
istnieją wśród nas ofiary niesprawiedliwości. JPSC nie
została jeszcze zakorzeniona w świadomości naszego Zakonu.
Niektóre
spostrzeżenia wynikłe ze sprawozdań Delegatów Konferencji i
Federacji:
AFCOF – Największym
problemem tej Federacji jest kwestia odległości a więc kontaktów
i
przemieszczania się:
-
Wielki pożytek z czasopisma „Catholic Messenger”, w
którym są zamieszczane
artykuły dotyczące JPSC oraz
sprawiedliwości społecznej
-
W Ghanie JPSC działa efektywnie (nie posiadam
sprawozdań z innych juryzdykcji)
-
W Federacji istnieje działalność typowo
misyjna, co „w pewnym sensie” jest także zadaniem JPSC.
CEC – Nowy Delegat; brak
sprawozdania.
CEO – Ogromne zróżnicowanie
języków i kultur:
- Okres pokomunistyczny i
kapitalistyczna globalizacja stworzyły poważne wyzwania
- Regularne spotkania
Konferencji, a także studentów i formatorów
- Szeroki zasięg
środków masowego przekazu: czasopisma, radio i Tv
- Przy każdym
klasztorze istnieje regularna pomoc biednym
- Franciszkański projekt Ekologicznego
Wychowania.
CAA – Delegat nieobecny, lecz
sprawozdanie zostało przesłane:
- Liczni bracia są
wciągnięci w działalność JPSC
- Realizacja
różnorodnych programów w juryzdykcjach
- Konferencja sfinansowała
liczne projekty w krajach rozwijających się
- Delegaci prowincjalni wydają co roku
„Newsletter” (Wiadomości).
CIMP – W tej Konferencji JPSC
działa bez przerwy:
- Coroczne spotkania
Delegatów
- Spotkania formacyjne:
studium i duchowość
- Zauważa się ich pozytywną
obecność w Komisji Międzyfranciszkańskiej.
FAAMC - Zmiana Delegata; brak
sprawozdania:
- Brak zorganizowania na
szczeblu Federacji
- Wielu braci działa
na rzecz JPSC z własnej inicjatywy
- Ogromne trudności z powodu
różnorodności języków i kultur.
FALC - Delegat nieobecny; sprawozdanie otrzymano:
- Brak regularnych
spotkań
- Przygotowano pewien
projekt (1999-2000), który jednak nie został zrealizowany
- Niektóre juryzdykcje działają na rzecz
JPSC.
Powyższa wizja jest
zapewne niepełna biorąc pod uwagę szeroką
działalność braci w różnych juryzdykcjach Zakonu. Taka jest
jednak moja orientacja na obecny czas.
- „Czy w Twojej
Konferencji któryś z braci cierpi prześladowanie?” – zapytałem.
- „Nie” –
odpowiedziano.
Takie pytanie postawiłem Delegatom Konferencji i
Federacji, a otrzymana odpowiedź zaniepokoiła mnie.
My
synowie Świętego Franciszka - żyjąc w świecie
pełnym niesprawiedliwości, przemocy na wszelkich możliwych
poziomach,oraz będąc świadkami ataku na Stworzenie – potrafimy
nie cierpieć prześladowania?
Wyzwania przed
nami wielkie, lecz siły nasze są nikłe. Święty
Franciszek przypomina swym braciom, że „... wszystkie stworzenia pod
niebem, na swój sposób służą, poznają i są
posłuszne ich Stwórcy lepiej niż ty” (Adm. 5,2): „...walka z
niesprawiedliwością i z kulturami przemocy, staje się moralnym
wykrzyknikiem” (CGS p.33).
I my zechciejmy
przyjąć te słowa jako wyzwanie do stawania się „budowniczymi
pokoju” w Trzecim Tysiącleciu, a „będziemy nazwani synami
Bożymi” (Mt 5,9).
O WIELKI I
CHWALEBNY BOŻE,
ROZJAŚNIJ
MOJE SERCE.
DAJ MI WIARĘ
PROSTĄ,
NADZIEJĘ
PEWNĄ,
MIŁOŚĆ
DOSKONAŁĄ,
POKORĘ
GŁĘBOKĄ,
ROZEZNANIE
I MĄDROŚĆ
BYM KROCZYŁ
DROGĄ TWYCH PRZYKAZAŃ.
AMEN.
(Modlitwa św. Franciszka
przed Krucyfiksem – FF, 182)
Fr. Vasco Cróccoli
Delegat Generalny ds. Sprawiedliwości,
Pokoju i Ochrony
Środowiska
Rzym, lipiec
KOMMISSION
GERECHTIGKEIT, FRIEDE UND BEWAHRUNG DER SCHÖPFUNG
Mit dem Ökumenischen Konzil Vaticanum II sind wir zur Rückkehr zu den
Quellen aufgerufen. wird aufgerufen: Auf diesem Weg vertiefen wir das
franziskanische Charisma; zugleich sind wir nach unserer Identität gefragt:
Einfachheit, Brüderlichkeit Konventualität. Es ist ein Prozeß der
Vertiefung.
Nach dieser Vorstellung der Identität des Ordens antworten wir auf die
Zeichen der Zeit und sind mitten drin in unserer sozialen Verpflichtung, durch
die Schaffung der Kommission Gerechtigkeit, Friede, Bewahrung der Schöpfung
(Assisi 1989). Wir befinden uns dann mitten in den Herausforderungen des 3.
Jahrtausends (Mexiko 1992) und antworten auf den Schrei der Unterdrückten.
„Wir wollen in der Welt
‚wahrhafte Arbeiter des Friedens sein’ (Mt 5,9) und wir wollen mit denen gehen, die um der
Gerechtigkeit willen verfolgt werden (Mt 5.10)“ (Außerordentliches
Generalkapitel – Mexiko 1992 - [AG] S. 27).
Die Kommission
Gerechtigkeit, Friede, Bewahrung der Schöpfung und Verteidigung des
menschlichen Lebens (GFBS) stellt so die soziale Haltung des Ordens in
Wirklichkeit dar (vgl. AG, Einführung).
In diesem
unsicheren Augenblick der Globalisierung, in dem die Zahl der Reichen „die immer reicher wird, kleiner wird“ und „die Zahl der Armen, die immer ärmer wird,
größer wird “ (Johannes Paul II), hat die Internationale Kommission,
zusammengesetzt aus Mitgliedern der GFBS ,im CEFID in Assisi vom 02. – 08. Juli
2000 getagt und folgende Definition zu finden gesucht:
„GFBS: ist eine Überzeugung und Aktion persönlicher und gemeinschaftlicher
Art, uns Franziskaner-Konventualen, um uns gleichsam in ein Instrument des
Friedens verwandeln zu lassen, durch ein angemessenes Leben und Zusammenleben
mit den Menschen der Gesellschaft, als Söhne Gottes in brüderlicher Weise mit
der Schöpfung.“.
„Der
Minderbruder teilt in Solidarität die Ängste und Hoffnungen des Volkes“ und
nimmt Anteil „an der Weiterentwicklung
der Kultur seiner Zeit“ (AG,3.2.3. e
4.1).
Das ist eine provisorische
Definition; wir müssen sie studieren, vertiefen und abändern, aber in diesem
Augenblick müssen wir noch mit dieser vorläufigen Definition arbeiten.
Die internationale Kommission hat versucht, einen Ziel- Punkt für die